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Agronegócio

Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia vai acontecer em 30 municípios

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Festival do Tambaqui está previsto para acontecer simultaneamente no dia 19 de setembro – Fotos: Daiane Mendonça.

Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia vai acontecer em 30 municípios de RO

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), já está se preparando para realizar o tradicional Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia em 2021, em parceria com a Associação dos Criadores de Peixes de Rondônia (Acripar), com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em Rondônia (Sebrae), Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura de Rondônia (Sedi). O intuito do Festival é promover, divulgar e incentivar o consumo do tambaqui dentro e fora do Estado, além de abrir novos mercados e gerar novas oportunidades de negócios.

Neste ano de 2021, o Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia deve acontecer em todo o território brasileiro, incluindo mais de 30 municípios de Rondônia e as 26 capitais dos estados brasileiros e o Distrito Federal. A expectativa é assar, só aqui no Estado, mais de 15 mil bandas do pescado, totalizando aproximadamente 24 mil quilos de peixe nativo da região amazônica. O evento está previsto para acontecer simultaneamente no dia 19 de setembro nos municípios de rondonienses e nas capitais do país.

Todo o pescado para a realização do evento será de Rondônia, adquirido por meio de doações e processado em parceria com frigoríficos e agroindústrias. Os tickets serão vendidos antecipadamente para a retirada no dia do festival, e os interessados devem procurar os comitês organizadores de cada município.

De acordo com o secretário da Seagri, Evandro Padovani, já está em andamento o processo de licitação para aquisição das embalagens, tendas, banners, lonas, entre outros para a realização do Festival Nacional do Tambaqui da Amazônia. “Já estamos trabalhando para realizar o maior festival de peixe do país. Somos referência na produção de tambaqui, somos o maior produtor de peixe nativo de cativeiro do Brasil, e agora vamos conquistar as capitais com o festival, onde teremos a oportunidade de mostrar a beleza, a grandeza e o sabor do nosso tambaqui. Em breve vamos levar nosso tambaqui para o mercado externo”.

Rondônia é o maior produtor de peixes nativos do país, sendo o tambaqui a principal espécie produzida em cativeiro, com 90% de toda a produção. Conforme apontam os dados Anuário Peixe BR 2020, da Associação Brasileira da Piscicultura, são mais de 80 mil toneladas de peixes produzidas anualmente no Estado.

Fonte:Secom

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Agronegócio

Idaron inicia primeira fase do monitoramento sorológico para manter Rondônia zona livre da peste suína

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Serão colhidas amostras de sangue dos animais para serem analisadas e enviadas ao Mapa

O Governo de Rondônia, por meio da Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do Estado (Idaron), deu início à primeira fase do monitoramento sorológico de peste suína clássica. O trabalho é realizado semestralmente, em julho e dezembro, como forma de garantir o status sanitário internacional, conquistado em 2016, de zona livre da peste suína.

No trabalho de sorologia, que será realizado em todas as regiões do Estado, os fiscais agropecuários da Idaron recolherão aproximadamente 270 amostras de sangue que serão enviadas à um laboratório credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O resultado dos exames é encaminhado ao  (Mapa) e a Organização Mundial para Saúde Animal (OIE). “Esse monitoramento é feito anualmente. Nunca foi registrado um foco da peste suína clássica em Rondônia”, destaca Fabiano Alexandre dos Santos, gerente de Defesa Sanitária Animal.

Além do monitoramento sorológico semestral, a Agência mantém o serviço de vigilância ativa nas propriedades em que há atividades ligadas a suinocultura. “O Governo de Rondônia tem uma meta mensal que é cumprida rigorosamente pelos servidores da Idaron. Em apenas seis meses, de janeiro a junho desse ano, já foram realizadas quase mil visitas aos criadores de suínos”,enfatiza Fabiano.

PESTE SUÍNA CLÁSSICA

A peste suína clássica, também conhecida como cólera ou febre suína, é uma doença altamente contagiosa causada por vírus da família Flaviviridae, gênero Pestivirus, de genoma RNA. Afeta tanto os porcos domésticos quanto os selvagens.

Os sintomas são: hemorragia, que pode levar à morte; febre alta; falta de coordenação motora; orelhas e articulações azuladas; vômitos e diarreia; falta de apetite; esterilidade e abortos; leitões natimortos ou com crescimento retardado.

COMO PREVENIR

Pensando em ajudar o suinocultor, a Idaron reuniu sete dicas com cuidados sanitários básicos que podem ajudar a manter o vírus da peste suína clássica longe da propriedade rural. O material foi divulgado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Paraná, com informações da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

1 – Evite receber visita de pessoas que não façam parte do sistema produtivo, principalmente que tenham vindo de países e estados com focos das doenças;

2 – Use sempre calçados e roupas limpas ao entrar na propriedade. Desinfete com frequência o ambiente de trabalho;

3 – Utilize apenas água tratada para consumo dos suínos e nebulização;

4 – Lave e desinfete veículos e equipamentos antes de entrar na propriedade;

5 – Mantenha as granjas cercadas, isolando a entrada de animais domésticos ou selvagens;

6 – Quando notar animais com sinais de doenças nervosas, respiratórias ou hemorrágicas ou em caso de morte repentina, informar o Serviço Veterinário Oficial (SVO);

7 – Ao viajar para o exterior, evite visitar instalações produtoras e não traga produtos cárneos de risco.

SUINOCULTURA EM RONDÔNIA

Em Rondônia, mais de 22 mil trabalham a suinocultura

O estado de Rondônia possui 310 propriedades cuja a atividade comercial inclui a criação de suínos. Outras 22.676 explorações pecuárias trabalham com suinocultura, mas com finalidade de subsistência. Todas essas iniciativas pecuárias são acompanhadas de perto pela Idaron.

FOMENTO

Para fomentar ainda mais o setor, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater), vai qualificar 10 técnicos, que serão multiplicadores, para atuar no fomento da suinocultura no estado.

Sem ônus ao Governo do Estado, a parceria ofertará capacitação com os temas: melhoramento genético, nutrição, manejo, instalações, bem-estar animal, sanidade, uso e aproveitamento de dejetos e reprodução animal.

O objetivo da iniciativa é multiplicar os conhecimentos adquiridos aos micro, pequenos e médios avicultores e suinocultores de Rondônia. Para execução do projeto, será firmado termo de cooperação técnica entre a Seagri, o Senar, o Sebrae e a Emater.

Fonte
Texto: Toni Francis
Fotos: Dhiony Costa e Silva e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Produção de ovos em Rondônia chega a mais de 2 mil caixas por dia; investimentos têm resultado em qualidade

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O Estado de Rondônia produz 2.200 mil caixas de ovos por dia

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), em parceria com a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Aves e Suínos tem desenvolvido várias ações com o intuito de auxiliar e alavancar a atividade de produção de ovos em Rondônia, garantindo mais oportunidades de empregos e melhorias para os produtores.

Conforme informou o núcleo de Agrodados da Seagri, o Estado de Rondônia produz 2.200 mil caixas de ovos por dia, ao peso de 50.600 quilos (kg)/dia e 66.000 mil caixas de ovos por mês, totalizando 1.5178.000 kg/mês. Dentro dessa perspectiva de 25% a 30% dos ovos são de outros estados e os mesmos valores percentuais são enviados para outros estados. Conforme mostra o Boletim Informativo Agro Seagri de junho, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de ovos em Rondônia correspondeu a R$ 51 milhões, com participação de 0,42%.

Atualmente o Estado possui 50 propriedades que incluem produtores grandes, médios e pequenos que trabalham com produção de ovos, onde se classificam em tecnificadas, semi-tecnificadas e tradicionais. Os produtores de ovos comerciais vêm a cada ano se modernizando com investimentos em novas tecnologias e técnicas de manejo com intuito de produzir e levar à mesa da população rondoniense, ovos com mais qualidade e sanidade.

As granjas de Rondônia estão espalhadas por todas as microrregiões do Estado e têm produção equilibrada e com capacidade de produção suficiente para atender o mercado local com ovos frescos e de qualidade durante todos os meses do ano.

No mês de abril, o Governo de Rondônia publicou o Decreto nº 25.975, de 9 de abril de 2021 que altera as operações com ovos em estado natural, na classificação NCM 0407.21.00, a cobrança na entrada de 12% do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (RICMS), independente da origem.

De acordo com o secretário da Agricultura, Evandro Padovani, o novo decreto torna a produção de ovos em Rondônia mais competitiva a comercialização se comparado ao mesmo produto que vem de outros estados do país. “Esta medida vai criar um cenário de competitividade mais equilibrado, além de dar fôlego aos produtores que estão trabalhando com prejuízos, e que tem total e plena capacidade de abastecer o mercado local com preços e ofertas justos sem que o consumidor tenha qualquer tipo de desembolso maior”, explicou.

Para o produtor de Porto Velho, Derli Lauermann, que trabalha com a produção de ovos há 25 anos, essa medida vai beneficiar todos os produtores de ovos do Estado. “Nós estamos muito felizes com essa nova medida, o Governo ouviu nossos pedidos e mudou a forma de cobrar o ICMS sobre o ovo que vem de outros estados. Parabenizo todos os envolvidos. Agora, temos um fôlego junto aos concorrentes de outros estados. Mas precisamos de um empenho maior do Governo na fiscalização da venda do produto, porque a maioria continua vendendo os ovos como isento e a fiscalização deve atuar na entrada e verificar essa situação”, disse o produtor.

Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Irene Mendes e Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Rondônia avança na produção de tomate e colhe cerca de 8 mil toneladas

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Rondônia possui uma das mais extensas áreas agrícolas do país. O solo fértil e o clima da região são propícios para o cultivo de várias culturas e, consequentemente, para o avanço da agricultura. Entre as culturas que tem avançado no Estado está o tomate, um fruto saboroso e muito consumido pelos rondonienses.

De acordo com o levantamento da Produção Agrícola Municipal do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os produtores de tomate em Rondônia colhem por ano, aproximadamente oito mil toneladas do fruto em uma área plantada de 240 mil hectares. Conforme mostra o Boletim Informativo Agro Seagri de junho, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) do tomate em Rondônia correspondeu a R$ 4 milhões, com participação de 0,6% no VBP das lavouras.

Mais de 600 produtores trabalham com a produção de tomate, e cerca de 60% são produções da Agricultura Familiar. O município de Vilhena, dentro destes 60%, corresponde a mais de 57%. Em Vilhena, Alto Alegre, Alta Floresta, Santa Luzia d’Oeste, Cerejeiras e Porto Velho são os maiores produtores de tomate, com destaque para a região Sul do Estado.

De acordo com o engenheiro agrônomo da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Maciel Lemos, o clima da região é favorável para o plantio de tomate, porém, para manter a produção durante todo o ano é necessário a utilização de estufas (coberturas plásticas). O plantio no período seco também é muito comum, pois o produtor consegue cultivar as plantas a céu aberto (sem cobertura plástica). Porém, o preço do tomate nesta época é menor, quando comparado na época das chuvas. Quase 100% da produção no Estado é do tipo Saladete (Italiano).

“Todo o Estado de Rondônia é favorável ao cultivo de tomate. Para fazer o plantio, o primeiro passo é preparar as áreas com calagem, adubação orgânica e mineral. O plantio é feito por meio de sementes em bandejas e posteriormente são levadas para o campo. O tempo entre o plantio da semente na bandeja até levá-la ao campo é em torno de 25 dias. A produção de tomate se tornou uma cultura forte em Rondônia e deve avançar ainda mais”, explicou Maciel.

O produtor de Vilhena, Lindomar Dias, trabalha com o plantio de tomate há 10 anos e hoje é responsável por toda produção da família. “Temos plantado aproximadamente um hectare de tomate. Colhemos por ano cerca de 40 toneladas e hoje estamos trabalhando com a espécie Saladete, pois é mais saboroso e mais atrativo para as donas de casa e restaurantes. Estamos muito satisfeitos com nossa produção, e com o apoio do Governo de Rondônia, com assistência técnica, tem ajudado muito no avanço de nossa produção”.

Segundo o gestor da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), Evandro Padovani, o Poder Executivo, por meio da Seagri e Emater tem incentivado os produtores a continuarem com suas produções com o apoio da assistência técnica, entrega de equipamentos agrícolas, transporte gratuito de calcário, entre outras ações para fortalecer ainda mais a produção agrícola no Estado. “Somos um Estado com grande potencial para várias produções agrícolas. Nosso objetivo é continuar desenvolvendo ações para fortalecer todas as cadeias produtivas de Rondônia”, finalizou.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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