Conecte-se conosco

Agronegócio

Empresas de RO podem se cadastrar no “Feirão do 1º Emprego”

Publicado

em

Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

O Governo de Rondônia, por meio da Superintendência Estadual de Desenvolvimento Econômico e Infraestrutura (Sedi), em ação conjunta com o Programa de Sistema Nacional de Emprego (Sine), está promovendo o “Feirão do 1º Emprego”, com o objetivo de contribuir para a geração de oportunidades de emprego, trabalho e renda à juventude rondoniense.

As empresas interessadas devem se inscrever por meio do endereço eletrônico https://bit.ly/FeirãoEmpregoEmpresas, a partir do dia 17 de maio. O edital de chamamento foi publicado em Diário Oficial e disponibilizado no site da Sedi.

As empresas que se credenciarem no projeto poderão usufruir gratuitamente de um minicurso de capacitação, além da contratação de um jovem profissional, o que demonstra não apenas responsabilidade social por parte da empresa, mas também a chance de formar profissionais ao seu molde. Serão beneficiados jovens de 17 a 25 anos, residentes no Estado de Rondônia, que terão a oportunidade de receber a capacitação e experiência para iniciarem a carreira profissional.

A coordenadora do Sine, Teresa Cristina, explica que ao contratar um profissional sem experiência, que ainda busca o primeiro emprego, a instituição está colaborando com a promoção do aprendizado e com a responsabilidade social. “A empresa está estimulando a continuidade dos estudos desses jovens, dando oportunidade ao aprimoramento de suas habilidades comportamentais, que são características voltadas ao relacionamento interpessoal, que não podem ser medidas”.

“Os jovens têm uma representatividade muito grande no mercado de trabalho, o Feirão veio para criar uma ponte entre os jovens que estão procurando emprego, as empresas que querem devolver o ritmo aos seus negócios e que precisam de mão de obra”, destaca o superintendente da Sedi, Sérgio Gonçalves.


Fonte
Texto: Larissa Trindade
Fotos: Douglas Vieira
Secom – Governo de Rondônia

--Publicidade--
Clique para comentar

Deixe uma resposta

Agronegócio

Governo de Rondônia cancela 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional em 2021

Publicado

em

                                               

A 9ª edição da feira está prevista para acontecer em maio de 2022

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), cancelou a 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional, prevista para acontecer no segundo semestre de 2021, no Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná. A 9ª edição da feira está prevista para acontecer de 23 a 28 de maio de 2022.

De acordo com a coordenação da Rondônia Rural Show Internacional, a medida foi acatada em respeito à prorrogação da declaração de estado de calamidade pública em todo o Estado de Rondônia, pelo Decreto Legislativo n. 1213, de 17 de dezembro de 2020, para fins de prevenção e enfrentamento à pandemia causada pelo coronavírus.

“O governador autorizou o cancelamento da feira visando, principalmente, proteger a vida dos produtores rurais, expositores, empresários, e dos visitantes que se fariam presentes no evento, devido ao avanço da covid-19. Estamos vivenciando um momento delicado e devemos respeitar e proteger nossa população”, informou o secretário da Seagri, Evandro Padovani.

Os negócios em todos os setores totalizaram mais de R$ 700 milhões na última edição

A coordenação elaborou um protocolo de segurança referente à realização da feira, em período de pandemia, de prevenção à covid-19, e vinha trabalhando para a realização do evento, todavia, ouvindo os expositores e empresários, sobre a possibilidade da realização da 9ª edição da Rondônia Rural Show Internacional para o mês de agosto de 2021, a maioria se manifestou pelo cancelamento em 2021 e planejamento para a realização em maio de 2022.

Os principais pontos elencados pelos parceiros (expositores) foram: segurança sanitária (vacinação covid-19); questões climáticas desfavoráveis no mês de agosto (calor, vento e poeira); falta de infraestrutura de irrigação para a implantação das vitrines tecnológicas, no mês de agosto; déficit de insumos e implementos no mercado; data fora do calendário agrícola e plano safra (indisponibilidade de crédito).

“A Rondônia Rural Show hoje é a maior feira de agronegócio da região Norte e internacional. Vamos continuar trabalhando para a realização do evento no próximo ano, que com certeza será um grande sucesso. Vamos continuar unidos para o avanço do nosso agronegócio”, disse Padovani.

Conforme consta no ofício nº 2617/2021/GOV-RED, assinado pelo governador de Rondônia, Marcos Rocha, os recursos previstos no Plano Plurianual (PPA) da Seagri, no valor de R$ 2,4 milhões para a realização do evento, serão remanejados para outras ações de fomento ao agronegócio de Rondônia, após o conhecimento, supervisão e autorização da Secretaria de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog). “A manutenção do Centro Tecnológico Vandeci Rack, em Ji-Paraná, está sendo realizada e os processos licitatórios já encontram-se em andamento. Nós não paramos e vamos continuar trabalhando para que a feira aconteça em maio de 2022”, acrescentou Padovani.

A Rondônia Rural Show Internacional obteve em sua 8ª edição um satisfatório número de público e considerável volume de negócios, que somaram em 2019, mais de 120 mil participantes, 600 expositores, onde disponibilizou inúmeras intervenções educativas e pedagógicas em palestras voltadas ao agronegócio. No pavilhão da agroindústria e do artesanato as vendas diretas superaram R$ 300 mil. Os negócios em todos os setores totalizaram mais de R$ 700 milhões, considerando as vendas realizadas nas sete Rodadas de Negócios em quatro dias de feira.

onte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Nilson Santos e Jeferson Mota
Secom – Governo de Rondônia

Continue lendo

Agronegócio

O Valor Bruto da Produção Agropecuária de Ro deve ser quase 13% maior em 2021

Publicado

em

Publicação da Embrapa apresenta estimativas, comparativos de produção, produtividade e preços ao longo dos anos

A segunda edição do Informativo Agropecuário de Rondônia de 2021, produzido pela Embrapa, traz as estimativas e análises da produção de grãos, café, pecuária e outros produtos agropecuários do estado. Destaque para o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de Rondônia para 2021, que está estimado em 19,1 bilhões de reais, resultado 12,9% maior do que o obtido em 2020. Os produtos agrícolas com maior variação percentual em 2021, quando comparados com 2020, foram o arroz, a soja e o milho. Esta e as demais edições do Informativo estão disponíveis no portal da Embrapa Rondônia, clique aqui e baixe a publicação.

Por meio desta publicação, a Embrapa Rondônia disponibiliza à sociedade o acompanhamento periódico da produção agropecuária no estado, com análises do comportamento do setor como um todo.  As edições deste periódico reúnem um conjunto de informações sobre a agropecuária do estado que está disperso em diversas fontes de dados oficiais, permitindo ao leitor acessar dados de maneira agregada e com análises. Além disso, a citação das fontes consultadas possibilita ao leitor se aprofundar no assunto, consultando-as diretamente.

Produção de grãos – o Brasil deverá produzir na safra 2020/2021, 217,7 milhões de toneladas, superando em 5,7% o volume produzido em 2019/2020. Em Rondônia, a produção de grãos na safra 2020/2021 está estimada em 2,5 milhões de toneladas, correspondendo a 0,9% da safra nacional.

Milho – a área plantada em Rondônia na primeira safra está estimada em 12,6 mil hectares, 5,9% superior à da safra 2019/2020, e a produção deverá ter um aumento de 6%. A alta de preços do produto ocorrida no final de 2020 influenciou o aumento do cultivo nesta safra, ainda que em pequena escala. Já a área plantada com milho no estado na segunda safra 2020/2021 deverá ser 7,5% maior do que a safra 2019/2020, devendo alcançar 200 mil hectares. A produção deverá apresentar crescimento de 1,3%, em virtude da queda da produtividade, de 5,8%.

Soja – Os preços em elevação desde a safra passada têm contribuído para o aumento da área plantada com soja no estado. A estimativa é que, nesta safra, a área cultivada com a oleaginosa tenha crescido 13,8%, passando de 348,4 mil para 396,5 mil hectares, em comparação com a safra 2019/2020. Em razão da queda de produtividade, de 5%, a produção deverá crescer menos do que a área plantada, 8,1%. Conforme informações da Conab (2021), o aumento da área plantada está relacionado com o aumento dos cultivos da segunda safra de soja.

Café – A produção de café no estado na safra 2021 deverá apresentar redução de 10,2% em relação à safra de 2020, quando foram colhidas 2,4 milhões de sacas. A previsão da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab para esta safra é de 2,2 milhões de sacas de 60 kg. Essa redução de 10,2% deverá ocorrer também com a produtividade, que passará de 38,5 sacas por hectare para 34,5 sacas. Segundo a Conab, estes resultados são influenciados, principalmente, pelas precipitações que foram bem abaixo do normal, com altas temperaturas, afetando as plantas, até mesmo aquelas dotadas com sistema de irrigação. 

Mandioca – A produção estimada de na safra 2021 é de 475,5 mil toneladas, 8,5% menor da que foi obtida na safra de 2020, sendo que a área colhida deve apresentar retração de 11,7%, com ganho de produtividade de 3,6%. Porto Velho se destacou como principal município produtor de mandioca do estado em 2020, respondendo por 30,3% da produção.

Banana – A produção de banana nesta safra deve apresentar o mesmo desempenho observado na safra 2020, com estabilidade também na área colhida e na produtividade.

Preços de produtos agrícolas pagos aos produtores – Os produtos agrícolas considerados para a análise de preços pagos aos produtores foram: arroz, milho, soja, café, mandioca de mesa e farinha de mandioca. Com exceção dos dois últimos, os demais produtos apresentaram aumentos de preços reais, descontada a inflação do período, tendo sido utilizado como base de comparação a variação dos preços do primeiro quadrimestre de 2020 e 2021. A soja foi o produto que apresentou a maior variação de preços no período analisado, de 79,6%%, seguido pelo arroz (52,1%) e pelo milho (36,8%).

Preços de produtos da pecuária pagos aos produtores – De janeiro a abril de 2020 e 2021, o preço do suíno apresentou a maior variação positiva de preços, com evolução de 58,5%, seguido do boi gordo com prazo de pagamento a vista (34,4%) e com 30 dias (34,3%).  O aumento dos preços dos suínos e bovinos (boi gordo) teve como motivo principal a maior exportação brasileira do produto, fator que pressionou os preços internos. No caso do preço do leite, embora tenha apresentado elevação na comparação entre os dois períodos, a partir de março e abril houve queda acentuada, o que inclusive causou protestos dos produtores e a paralisação parcial da entrega para os laticínios.

Exportações – As exportações de carne bovina e soja no primeiro quadrimestre de 2021 geraram receitas de US$ 200,1 milhões e US$ 301,7 milhões, respectivamente. No caso da carne, o valor exportado no primeiro quadrimestre de 2021 foi 16,3% inferior ao mesmo período de 2020; já a soja apresentou variação positiva de 24,2% em relação ao mesmo período de comparação.

Movimentação portuária – O volume de milho e soja exportado via calha do rio Madeira em 2020 foi de menos 2% no caso do milho e de mais 5,6% no da soja, em relação a 2019. Cabe ressaltar que essa produção movimentada, tanto o milho quanto a soja, é originária de regiões produtoras do oeste de Mato Grosso e de Rondônia. 

Renata Silva (MTb 12361/MG)
Embrapa Rondônia

Continue lendo

Agronegócio

Produtores locais serão beneficiados com novo laboratório de solos no Ifro campus Cacoal

Publicado

em

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), campus Cacoal, inaugurou na terça-feira 1, o Laboratório de Solos, Tecido Vegetal e Metais Pesados. A ação é uma parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), por meio do Convênio de Cooperação Técnica e Financeira 29/2018. O evento foi transmitido via da unidade.

Participaram da cerimônia representantes do IFRO, da ABDI, da Indústria do Café no Brasil (Abics), da Câmara Setorial do Café de Rondônia, da Assembleia Legislativa, do Governo do Estado e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


Com mais de 14 mil pessoas qualificadas em 2020, 10 unidades presenciais distribuídas geograficamente em todo o estado, 9 Centros de Inovação Tecnológica nos campi (em Cacoal sendo justamente o da área de café) e com 1,2 mil servidores, o IFRO é uma instituição com potencial para ajudar a transformar o país, observa o Reitor Uberlando Tiburtino Leite.

“Além da formação profissional, o IFRO desenvolve ações de pesquisa e de extensão tecnológica que atendem diretamente a sociedade e, de modo especial, aos produtores rurais, por estarmos em um Estado com o perfil fortemente agropecuário. Para que possamos ter êxito nesse objetivo institucional, há a necessidade de implantarmos e reestruturamos laboratórios em diversas áreas. O laboratório de solos irá dar suporte às ações de pesquisa e ensino desenvolvidas na unidade, de forma especial o suporte direto aos produtores rurais por meio da análise de solos e da recomendação de adubação e correção, para que tenhamos cada vez mais o fortalecimento das cadeias produtivas ligadas ao setor agropecuário. Então, o IFRO fica muito feliz com a parceria com a ABDI e esperamos que em pouco tempo tenhamos o resultado positivo, por meio da melhoria dos indicadores agrícolas do nosso Estado e dos produtores atendidos na região de Cacoal”, diz o gestor.

Por meio de vídeo, o Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Igor Nogueira Calvet, falou sobre a reestruturação que vem ocorrendo no Brasil. “Isso faz parte de nosso programa de desenvolvimento e inovação regional, algo que a Agência vem perseguindo há algum tempo e que coloca algumas regiões do país, e agora de modo especial Cacoal, numa rota de desenvolvimento, e porque não desenvolvimento sustentável, através da adoção de tecnologias modernas. Esse laboratório certamente vai contribuir com os milhares de cafeicultores do estado de Rondônia, que somados ao projeto de identificação geográfica Matas de Rondônia, vai beneficiar toda a cadeia agroindustrial do estado”.

Também da ABDI, o Analista de Produtividade e Inovação da ABDI, Antônio Carlos Tafuri, falou das estruturas e contextos das instituições que fazem parte da área do café em Cacoal e região e dos ganhos que trará a implantação do laboratório no IFRO.

Entre os gargalos apontados estavam: “Produtores enviando amostras para o Sul do país, para Mato Grosso ou Minas Gerais, para serem avaliadas lá e muitas vezes perdendo o timing de uma política pública, por exemplo, relacionada à disseminação de mudas”. Ou no caso dos pequenos produtores, nem conseguindo realizar a análise devido ao custo.

O Vice Governador do Estado de Rondônia, Jose Atilio Salazar Martins, relembrou que no Brasil são apenas dez laboratórios como o implantado em Cacoal. “É uma equipe envolvida para trazer o bem-estar para os nossos produtores. Quero falar com você viveirista, que não vai precisar precisar mandar sua análise para ver o nematoide para o Rio Grande do Sul ou São Paulo e não poder ter sua contraprova. Vai mandar para cá agora, aqui no laboratório do IFRO em Cacoal”, ressaltou.

O Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira da Indústria de Café Solúvel (Abics), Aguinaldo José de Lima, ressaltou o reconhecimento pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) da primeira Indicação Geográfica (IG), do tipo Denominação de Origem (DO), de café canéfora (robusta e conilon) sustentável do mundo, por meio do projeto Matas de Rondônia desenvolvido junto à Embrapa. Para ele, com o apoio de todos, juntos poderão ser criados diferenciais fantásticos.

Conforme o Presidente da Câmara Setorial do Café de Rondônia, Ezequias Brás Neto (Tuta Café), foi uma importante trajetória para se chegar a este momento. Ele disse que o mérito foi de uma equipe composta por várias pessoas e instituições. “O mérito é de um coletivo que entendeu que Rondônia precisava desse projeto, dessa Identificação Geográfica”.

“Esse laboratório vem para atender aos nossos produtores, para diminuir o sacrifício, sofrimento que eles têm de mandar suas amostras para Cuiabá ou Rio Grande do Sul, onde faz análise de solo, onde vê e devolve o problema, não temos como recorrer, não temos como discutir, estamos perdendo mudas. Esse laboratório veio para acabar com esse problema, para que nós possamos resolver de vez o problema dos produtores e dos alunos do IFRO, que além de fazer essas amostras, vão aprender”, completa Ezequias.

A criação e inauguração do Laboratório de Solos, Tecido Vegetal e Metais Pesados em Rondônia significa um momento ímpar para o estado na opinião do Deputado Estadual Cirone Deiró. “Com isso traremos mais qualidade na nossa produção agrícola, graças à parceria da ABDI com o IFRO que pôde proporcionar a instalação desse laboratório. Estamos em pleno desenvolvimento da agricultura em nosso estado e esse laboratório é de fundamental importância para que a tecnologia possa se fazer cada dia mais presente, garantindo qualidade, com isso vamos avançar muito na agricultura familiar e na agricultura de alta produção”, afirmou.

Representando o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Coordenador-Geral de Acesso a Mercados no Departamento de Cooperativismo da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Mateus Soares da Rocha, também ressaltou os benefícios que virão com a implantação do laboratório. Após as falas, foi apresentado o vídeo com as instalações do Laboratório e explicações do Professor do campus Cacoal, Rodolfo Gustavo Teixeira Ribas.

Na sequência, o Diretor-Geral do IFRO campus Cacoal, Davys Sleman de Negreiros, fez a entrega das primeiras análises de solos aos cafeicultores do município de Cacoal Juan Travain (presidente da Caferon – Cafeiculturas Associados das Matas de Rondônia) e Ronaldo Bento (tetracampeão em sustentabilidade ambiental – Concafé). Também foi assinado o Acordo de Cooperação entre IFRO e Caferon para rastreabilidade do Café.

SOBRE O LABORATÓRIO

A expansão e a reestruturação do Laboratório de Solos, Tecido Vegetal e Metais Pesados do campus Cacoal provêm do Convênio de Cooperação Técnica e Financeira n. 29/2018 entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e o IFRO, celebrado em 3/12/2018, aditivado em 17/11/2020 e válido até 3/12/2021.

O valor previsto de recursos para a reestruturação do Laboratório do IFRO prevê um total de R$ 768.093,04, sendo R$ 481.908,05 (62,74%) de aporte financeiro da ABDI somados a R$ 286.184,96 (37,26%) de contrapartida econômico-financeira do IFRO.

A iniciativa é fruto de um diagnóstico realizado na região de Cacoal, no início de 2017, no âmbito de programa de desenvolvimento produtivo e inovação regional adotado pela Agência, naquela época. A cadeia agroindustrial do café foi considerada prioritária e, em 2018, foram elaborados dois projetos complementares e sinérgicos em prol daquela cadeia: a reestruturação do Laboratório do IFRO campus Cacoal, e a Indicação Geográfica Matas de Rondônia. Ambos os projetos contaram com plena participação e validação por atores públicos e privados, representantes da cadeia do café na região e no país.

O convênio realizado com a ABDI foi um dos mais altos dentro do IFRO, segundo o Professor Davys Negreiros, entre todas as parcerias realizadas para a estrutura que está sendo organizada em Cacoal contribuir para ser escrita uma nova história da cafeicultura no estado.

Todas as instituições federais, estaduais e municipais que auxiliam neste processo, que ele avalia, será para os produtores não mais pensar na exportação de commodities, mas sim na produção de cafés especiais, na qualidade e na valorização do produto. Nisso, a análise de materiais pesados contribuirá com a expedição de laudos aos produtores.

“Esse campus se junta a essa cadeia extremamente importante, eu sempre falo que o café é o que une instituições tão distintas, mas que tem um objetivo comum que é criar a qualidade, a valorização e essencialmente a identidade do café para o estado, para o Brasil e para o mundo”, finaliza Davys.

Fonte: Extra de Rondônia

Continue lendo
--Publicidade--

Publicidade

Publicidade

--Publicidade--

Artigos

Categorias

Mais Lidas

%d blogueiros gostam disto: