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Energisa constrói rede em tempo recorde para atender demanda de Alta Floresta

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Em menos de 10 dias, uma força-tarefa formada por mais de 70 profissionais da Energisa finalizou a construção de uma rede de 23 quilômetros e instalou um conjunto de equipamentos para melhorar a qualidade da energia que chega a Alta Floresta. Com a nova infraestrutura, o município passa a receber energia diretamente da subestação de Rolim de Moura, sem passar por Santa Luzia. Boa notícia para enfrentar o fim do verão de 2020 na Região Norte, em que as temperaturas tem levado a consumo recorde de energia, de acordo com o Operador Nacional do Sistema.

“Com isso, a energia chegará mais forte e estável na cidade. Alta Floresta vai se beneficiar diretamente com o investimento de R$ 3,5 milhões que realizamos na modernização da infraestrutura de Rolim, que aumentou em mais de 30% a oferta de energia na região”, afirma o diretor técnico da Energisa, Fabrício Sampaio.

Segundo ele, a subestação de Rolim de Moura conta hoje com 36% mais energia disponível do que há dois anos, quando a empresa assumiu a concessão no estado de Rondônia. Ele afirma, porém, que esses investimentos são apenas o começo da transformação na qualidade da energia que chega à região.

“Até 2022, Rolim de Moura e Santa Luzia ganharão novas subestações e toda a rede da região será modernizada com equipamentos de medição e controle remotos. Esses investimentos já estão contratados e vão transformar a região. Vai ter energia disponível para quem quiser investir”, afirma.

Fonte: Ingrid Valerie Abreu Nascimento

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Marido é surrado por populares após atacar esposa de 14 anos

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Ilustração – Internet

Um grupo de populares espancou com socos, chutes e pauladas um homem de 22 anos acusado de agredir a esposa de apenas 14 anos em uma residência no distrito de Abunã, em Porto Velho (RO) na noite de quinta-feira (15).

O acusado ainda agrediu o sogro. Segundo o Rondoniaovivo, a família da adolescente estava voltando da igreja, quando foi informada de que ela estaria em casa sendo agredida pelo marido.

Todos foram até a residência e ainda flagraram o acusado agredindo a adolescente com socos. O padrasto dela foi intervir, mas também foi agredido e jogado ao chão pelo acusado.

Nisso, um grupo de populares revoltados pegou o acusado e passou a espancá-lo. Ele ficou bastante lesionado na cabeça e foi socorrido ao posto de saúde do distrito em uma viatura da Polícia Militar.

Após ser medicado, o agressor foi apresentado na Central de Flagrantes em Porto Velho. Segundo a polícia, o acusado tem um relacionamento com a vítima desde que ela tinha 12 anos e possui um filho de um ano com a adolescente.

Fonte: Rondoniaovivo

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Governo distribui 11.990 doses de vacinas contra a gripe; Ji-Paraná registrou nove notificações de H1N1 em 2020

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Também conhecida como gripe Suína, a doença surgiu em 2009

O Governo de Rondônia, por meio Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), entregou 11.990 doses do imunizante para os 15 municípios da região Central. Ji-Paraná recebeu 5.260 doses; dessas, 1.430 são destinadas à vacinação da população indígena. O imunizante deve ser aplicado imediatamente, até o dia 10 de maio, em quatro grupos prioritários, que são: crianças com idades de seis meses até cinco anos, 11 meses e 29 dias; gestantes puérperas, trabalhadores da área de saúde e indígenas.

A partir de 11 de maio até 8 de junho, os idosos com idade a partir de 60 anos e os professores entram na lista de prioritários a se vacinarem contra H1N1. As datas de imunização para outros grupos serão divulgadas futuramente. A vacina protege contra três tipos de vírus: o Influenza A (H1N1 e H3N2) e o Influenza B.

Apesar do baixo número notificado pela Vigilância Epidemiológica em Ji-Paraná, nove casos durante todo o Exercício de 2020, a vacina contra a Influenza A já está disponível para a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). A campanha vacinatória deve iniciar ainda em abril sob a responsabilidade do setor de imunização da prefeitura.

NOTIFICAÇÕES

Os registros eletrônicos de notificações dos nove casos para Influenza A de Ji-Paraná em 2020 revelam que seis deles testaram negativo para covid-19. A testagem é um protocolo adotado no início da pandemia para a certificação se a pessoa contraiu Influenza A e covid-19 ao mesmo tempo.

“O exame RT-PCR é o mais recomendado pelo Ministério da Saúde para detecção do novo coronavírus. Devido ao início da pandemia, nos casos de pacientes portadores do vírus H1N1 estão sendo realizados esse outro exame”, explica a diretora de epidemiologia da 1ª Gerência Regional de Saúde (1ª GRS de Ji-Paraná), Suzemar Ferreira.

O RT-PCR é um exame considerado ideal para o diagnóstico para covid-19. O exame tem alto índice de acerto ao diferenciar um paciente infectado do não-infectado.

Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Média de idade das pessoas que vêm a óbito por covid-19 diminui; adultos jovens são o novo alvo da doença

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Em Rondônia, desde o início da pandemia, morreram 546 pessoas com menos de 44 anos

O percentual de pessoas jovens e adultas abaixo de 60 anos que morrem de covid-19 cresceu consideravelmente em março, o pior da pandemia até agora no Brasil. Naquele mês aumentou 35% comparando-se ao ano passado o percentual de pessoas que morreram sem alcançar os 60 anos. Em Rondônia, desde o início da pandemia, morreram 546 pessoas com menos de 45 anos.

“De um ano para cá, a média de idade diminui, e isso representa duas vezes mais novos óbitos”, alertou o estrategista de dados da Casa Civil do Governo de Rondônia e integrante do Comitê Técnico Científico de Enfrentamento à covid-19, Caio Nemeth.

Em 2020, os óbitos entre a faixa etária até 59 anos representavam 22,9% do total pela covid-19. Em março deste ano, passaram a representar 31% do total. A tendência é de alta, o que deve se ampliar com o avanço da vacinação entre os idosos. O robô no qual analisa dados de Rondônia desfaz dúvidas e revela a Nemeth prontidão para o perigo maior causado pela multiplicação de cepas.

“Apesar da média de idade de falecidos 65,5 anos (no começo da pandemia) parecer próxima a 62,6, constatamos uma diminuição muito grande na média de idade das pessoas que vêm a óbito, ou seja, morreram mais jovens do que no início da pandemia”, disse.

Mesmo acreditando que a vacinação em massa seja a única saída, Nemeth chama a atenção para um aspecto: “Uma parte da população se imuniza, outra não segue em isolamento e assim corremos o risco do surgimento de novas cepas resistentes à própria vacina”. Segundo ele, rompendo a barreira, o vírus se mistura ao DNA da pessoa, criando outra cepa.

Gráfico aponta aumento de mortes diárias de pessoas jovens

O estrategista de dados diz que o ocorrido em Manaus no ano passado não foi apenas consequência da evolução viral, mas da gravidade causada por aglomerações. Nemeth voltou a comentar o exemplo do rapaz que se deu por satisfeito com a avó vacinada. “Esse raciocínio deve ser evitado pelas camadas mais jovens, sob pena de transmitirem o vírus ; os jovens se acham seguros de não perderem avós, mas vêm tomando atitudes que podem levá-los à perda dos próprios pais”.

Conforme o Sistema Único de Saúde (SUS), 64,61% do total de óbitos (4.419) são de pessoas que não tiveram qualquer comorbidade (diabetes, doenças cardíacas e imunossupressão). Destas, 38,61% (1.706) são homens e 26,0% mulheres (1.149). Morreram sem comorbidade alguma, 2.855 pessoas.

A exemplo da Agevisa e da Sesau, o Comitê de Enfrentamento observa atentamente situações descritas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como, por exemplo, os assintomáticos, que transmitiriam menos do que uma pessoa que tosse. No entanto, constatou-se, todas as pessoas que manifestam os sintomas, transmitem muito antes disso, na fase pré-sintomática. Três dias antes de ter qualquer sintoma, os pré-sintomáticos começam a transmitir o vírus. Daí, as orientações gerais para o uso constante de máscara facial e evitar aglomerações.

MÉDIA DE IDADE E Nº DE ÓBITOS
2020
ABRIL65,5 ANOS 39
MAIO63,2 301
JUNHO64,8

(PICO DA 1ª ONDA)

430 
JULHO64,6 320
AGOSTO65,2 255
SETEMBRO68,3 153
OUTUBRO(A MAIS BAIXA)

59,3

85
NOVEMBRO66,2 161
DEZEMBRO66,5 290
2021
JANEIRO65,4 596
FEVEREIRO62,8 748
MARÇO62,6 986

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Frank Nery e eSUS
Secom – Governo de Rondônia

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