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Rondônia tem hospital de campanha com estrutura permanente, para combater a Covid-19

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Hospital de Campanha de Rondônia possui 12 leitos de tratamento intensivo para atender pacientes com Covid-19

Os 12 leitos de UTI do Hospital de Campanha de Rondônia, em Porto Velho, foram inaugurados oficialmente na manhã da quarta-feira (24). O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, destacou, durante a solenidade, que a unidade apresenta como diferencial uma estrutura permanente, usina de oxigênio, equipamentos completos e uma equipe competente para o enfrentamento da Covid-19.

‘’A missão é trabalhar com dedicação para salvar vidas e em uma estrutura de concreto que nos permite, ao término da pandemia, continuar a utilizá-la”, pontuou o governador.

‘‘É um modelo diferente, pois hospitais construídos Brasil afora serão destruídos após seis meses, mas esse vai ficar para nossa população. Agradeço a todos os profissionais de saúde que trabalharam arduamente para isso acontecer’’, reforçou o secretário de Estado de Saúde (Sesau), Fernando Máximo.

A aquisição do hospital foi elogiada pela deputada federal Mariana Carvalho, que faz parte da Comissão Externa de Enfrentamento ao Coronavírus. Ela  destacou, ainda, a proatividade do governo em preparar Rondônia para combater a pandemia. ”Eu tenho que fazer um reconhecimento, pois antes mesmo de se pensar que o coronavírus pudesse chegar ao Brasil, fui procurada pelo governador e pelo secretário para que pudêssemos preparar o estado de Rondônia para evitar maior número de contágio e de mortes, e o governo não mediu esforços”.

São leitos de tratamento intensivo completos com bombas de infusão, ventiladores mecânicos, monitores multiparâmetros e demais itens pertinentes à assistência hospitalar, e ainda com o diferencial que o oxigênio não fica armazenando em cilindros, mas em uma rede de abastecimento própria.

O governador de Rondônia, coronel Marcos Rocha, destaca que a missão é salvar vidas

O que, segundo o fisioterapeuta Diego Cocco, ajuda em um melhor atendimento ao pacientes. “Permite manter a pressão contínua de ar comprimido e de oxigênio 24 horas por dia, sem interrupção’’.

Fernando Máximo destacou que, o fato da unidade já possuir usina de oxigênio, representa uma redução de 90% de custos com esse tipo  despesa hospitalar.

Há, também, dois aparelhos de ultrassom na UTI do hospital, o que ajuda no diagnóstico e tratamento do paciente.

Os leitos de UTI, segundo o secretário, são inaugurados 49 dias após a assinatura do contrato. ”Um trabalho de excelente qualidade e em um tempo rápido”, considera Fernando Máximo.

A duração da reforma foi considerada rápida, também, pelo deputado estadual Ezequiel Neiva, que é presidente da Comissão Temporária Especial da Assembleia Legislativa (ALE/RO) criada para acompanhar situação fiscal, execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à emergência de saúde pública frente à pandemia.

”Parabenizo o governador pela bela aquisição que foi feita em virtude de todo esse mal que nos assola. Ao invés de um hospital de campanha que duraria poucos meses, estamos com um hospital para muitos anos. Cinquenta dias [de reforma] foi muito rápido. Estivemos aqui várias vezes com a nossa comissão fiscalizando e acompanhando os trabalhos, e não teve como cobrar algo mais rápido ainda, nós queremos apenas parabenizar em nome do parlamento estadual”, considera.

O governador Marcos Rocha destacou o esforço conjunto no enfrentamento da pandemia em Rondônia e parabenizou os profissionais de saúde

O processo de aquisição do hospital e demais compras e contratações emergenciais em decorrência da pandemia podem ser acessados no Portal da Transparência do governo de Rondônia.

A seriedade com o recurso público ao adquirir o hospital também foi destacada pelo deputado estadual Jhony Paixão. ”Parabéns pela aquisição, pois somos praticamente o único Estado que o hospital de campanha após a pandemia vai permanecer. Outros estados gastaram mais em hospitais de campanhas que serão desmontados, e nada ficará para o contribuinte. Mas eis aqui uma aquisição séria, idônea, correta, mostrando compromisso com o povo”, considera.

O secretário Fernando Máximo ressaltou, ainda, que foi montada uma equipe competente para atender os 12 leitos, mas fez um apelo para que mais profissionais se coloquem a disposição. ‘‘Venham salvar vidas com a gente. Estamos com dificuldade de contratar médicos. Nossa perspectiva para quando terminar a obra, e é um pedido do governador, é que se monte mais leitos, e vamos precisar de profissionais. Estamos com processo emergencial temporário aberto, venham nos ajudar’’, pede o secretário.

A quantidade de leito deve ser ampliada nos próximos dias

ESTRUTURA COMPLETA

O governo de Rondônia adquiriu por R$ 12 milhões o prédio do Hospital de Campanha, antes funcionava como Centro Materno Infantil Regina Pacis, juntamente com equipamentos e a obra de reforma geral com readequação de leitos.

Os 12 leitos de UTI são os primeiros da obra da reforma que foram concluídos. A reforma dos demais blocos prosseguem e a estrutura completa do hospital deve ser entregue nos próximos dias.

De acordo com a diretora Sandra Maria Petillo Cardoso, o Hospital de Campanha é composto por, além dos 12 leitos de UTI, que será ampliado para 20, centro cirúrgico com três salas, sala de RPA (Recuperação pós Anestésica). E tem capacidade para 140 leitos no total. O hospital possui como diferencial uma usina de oxigênio que permite ofertar o mesmo em rede de forma contínua, sem há necessidade de cilindros.O que gera economia para o Estado.

Também estiveram presentes na solenidade o  secretário de Estado do Planejamento, Orçamento e Gestão (Sepog), Pedro Pimentel,  o secretário-chefe da Casa Militar, coronel PM Valdemir Carlos de Góes,  o superintendente Estadual de Comunicação, Lenilson Guedes, a diretora geral da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), Ana Flora Camargo Gerhardt, o comandante geral do Corpo de Bombeiros, coronel BM Demargli Costa Farias,o superintendente da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (Sejucel), Jobson Bandeira, o  comandante da 17ª Brigada de Infantaria de Selva, o general-de-brigada Luciano Batista de Lima e o representante da Pensar Rondônia, Chico Holanda.

Fonte
Texto: Vanessa Moura
Fotos: Ésio Mendes
Secom – Governo de Rondônia

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PANDEMIA: Rondônia suspende todos os prazos de validade dos concursos públicos

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“A situação de pandemia vívida traz reflexos financeiros, tais como queda de arrecadação e a destinação de recursos, inicialmente, previstos para outras atividades, onde estão sendo aplicados para as ações de combate e enfrentamento da Covid-19. Sugerimos postura similar adotadas em outros estados da Federação, pela suspensão, entendendo que a situação de escassez de recursos públicos versus necessidades ilimitadas da população, o melhor caminho seria prolongar a validade dos concursos públicos, explica o procurador do Estado (PGE), Artur Leandro Veloso de Souza. 

O procurador lembra que os prazos terão continuidade na sua contagem após o término do Estado de Calamidade decretado pelo Estado. “Dentro desse cenário de mutação financeira, decidiu por suspender o prazo de validade de todos aqueles concursos que já tinham seu resultado final e que já estavam homologados, ou seja, os concursos que já tinham finalizados e que estavam vigentes. O entendimento pela suspensão no prazo de vigência em um só tempo, é o de não perder a oportunidade de trazer esses profissionais que foram aprovados em concurso público para os quadros da administração pública direta e indireta pós-pandemia e não perder os recursos empregados para a realização desses certames”, explica Artur Leandro Veloso de Souza. 

Além disso, Souza destaca que a suspensão é uma medida que prestigia os concursos que estão vigentes e válidos. Além de valorizar os candidatos que foram aprovados e os recursos públicos que foram despendidos para a realização desses concursos públicos. “Essa ação é de economicidade e reconhecimento frente aos desafios impostos pela pandemia. Os participantes desses certames investiram dinheiro e horas de suas vidas estudando para estarem à disposição da administração pública. O mesmo fez a entidade pública ao realizar o certame. O decreto permite  que a administração, no cenário próximo, quando voltarmos à normalidade, possa trazer essas pessoas para o quadro da administração pública e dar maior efetividade a todo o recurso que foi empregado”, finaliza o procurador do Estado (PGE).

SECOM-RO

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MEDIDA: INSS prorroga antecipação do BPC e auxílio-doença até 31 de outubro

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AGÊNCIA BRASIL – O governo federal publicou um decreto autorizando o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a pagar antecipações de auxílios-doença e do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A medida, publicada em seção extra do Diário Oficial da União (DOU) dessa quinta-feira (2), determina que as antecipações serão pagas até o dia 31 de outubro.
Lei nº 13.982, que trata da autorização para antecipar o pagamento, estabeleceu o prazo de três meses, a partir de abril, para o pagamento de um salário-mínimo por mês para beneficiários do BPC e do auxílio-doença. A prorrogação publicada ontem tem por objetivo evitar a aglomeração de pessoas para atendimento presencial nas agências do INSS, em razão da pandemia do novo coronavírus (covid-19).
De acordo com o decreto, a concessão da antecipação do auxílio-doença no valor de um salário mínimo (R$ 1.045,00) se dará sem a realização de perícia médica. Para solicitar o benefício, o segurado deve anexar atestado médico junto ao requerimento, mediante declaração de responsabilidade pelo documento apresentado, por meio do portal ou aplicativo Meu INSS.
“O atestado médico deverá ser legível e sem rasuras e deverá conter as seguintes informações: assinatura e carimbo do médico, com registro do Conselho Regional de Medicina (CRM); informações sobre a doença ou a respectiva numeração da Classificação Internacional de Doenças (CID); e prazo estimado do repouso necessário“, informou o INSS.
No caso do BPC, o INSS disse que a antecipação do benefício será paga com base nos dados de inscrição no Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico) e no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).
“Além disso, para ter direito à antecipação, o requerente deve se enquadrar nas regras de renda relacionadas ao grupo familiar, que pode ser de até um quarto do salário-mínimo. Vale destacar que a antecipação do valor acima mencionado se encerrará tão logo seja feita a avaliação definitiva do requerimento de BPC“, informou o INSS.
Fonte. Agência Brasil
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UNIÃO: Justiça adota ações para ajudar estados a comprar itens de segurança

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AGÊNCIA BRASIL – O Ministério da Justiça e Segurança Pública planeja criar uma tabela de referência de preços e especificações técnicas para a compra de equipamentos de segurança que, segundo o ministro André Mendonça, poderá ajudar os estados a tornar seus processos de compra mais rápidos e juridicamente seguros.
“Estamos preparando um kit de aquisições ou registros de atas de preços que devemos lançar nos próximos meses”, disse Mendonça, ao participar, nesta sexta-feira (3), de uma conversa com o ex-ministro da Justiça Nelson Jobim, realizada pelo Banco BTG Pactual, e transmitida no Youtube. Jobim ocupou a pasta de 1995 a 1997 no governo Fernando Henrique Cardoso.
“Teremos um padrão de aquisição de equipamentos, de armamentos, de coletes e veículos para que os estados, querendo, sigam o padrão que estabeleceremos junto com eles. Isso vai facilitar a burocracia das contratações, pois os preços estarão estabelecidos. Com isso, reduziremos os riscos jurídicos, o tempo de contratação e, acreditamos, os preços”, explicou Mendonça. Ontem (2) a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) propôs que o Ministério da Saúde divulgue, durante a pandemia da covid-19, uma relação com os preços de insumos e equipamentos para o setor que sirva de referência para os gestores estaduais e municipais e reduza a possibilidade de superfaturamento de preços de produtos de primeira necessidade.
De acordo com Mendonça, a pasta da Justiça também está prestes a finalizar uma parceria com o Ministério da Defesa que lhe permitirá adquirir equipamentos de segurança no exterior.
A expectativa do ministro é que estados também possam se valer da expertise de compras do Exército, que desde 1940 mantém, nos Estados Unidos, uma comissão militar responsável pela comprar armazenamento e cuidado com a logística de entrega de todos os produtos adquiridos no mercado norte-americano.
“Nossa expectativa é que, nos próximos dois meses, em parceria com o Ministério da Defesa, estejamos nos agregando ao escritório de aquisições do Exército em Washington a fim de também fazermos estas aquisições para a PF e a PRF. E também para os estados que quiserem aderir a estes processos de aquisição”, anunciou o ministro.
Fonte. Agência Brasil
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