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Técnica de enfermagem viraliza na web após ter foto publicada ao lado de criança sob efeito de anestesia

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Paciente, uma menina de três anos, havia passado por procedimento cirúrgico no pé e profissional não quis deixá-la sozinha na ala cirúrgica.

A foto da técnica de enfermagem Marlene Carvalho cuidando sozinha de uma criança viralizou na web nesta semana, em Rondônia. Isto porque no último domingo (24), após uma menina de 3 anos passar por procedimento cirúrgico ortopédico, Marlene colocou um banquinho no leito hospitalar e ficou sentada ao lado da menina até que efeito da anestesia passasse.

O registro fotográfico foi feito por uma colega de Marlene, de 36 anos, dentro do Hospital João Paulo II em Porto Velho. Ao G1, a profissional explicou o motivo de não ter deixado a sala de cirurgia após o procedimento clínico.

“Fiquei cuidando para que quando a menina acordasse ficasse bem e não se assustasse ou se sentisse desprotegida. As crianças, na maioria da vezes, acordam um pouco mais assustadas pelo ambiente e por estarem longe de seus pais”, disse.

Técnica de enfermagem viraliza na web após ter foto publicada ao lado de criança sob efeito de anestesia

Técnica em enfermagem ressalta que o trabalho com criança é diferenciado, pois elas precisam de atenção a mais — Foto: Marlene Carvalho/arquivo pessoal

A menina de 3 anos, segundo a técnica, sofreu um acidente enquanto brincava de bicicleta. “Por um descuido, a criança prendeu o pezinho entre os raios da bicicleta e isso causou uma grande lesão no calcanhar dela”, diz.

Depois da avaliação médica, a menina foi encaminhada ao centro cirúrgico, ala em que Marlene trabalho.

O procedimento de observação após a realização de um procedimento cirúrgico é comum no ambiente hospitalar. Mas o tratamento com crianças, segundo Marlene, é sempre diferenciado.

“É tudo muito mais delicado e requer uma atenção especial, pois eles não entendem o que está se passando naquele momento. É preciso uma abordagem diferente por parte de toda equipe. Mas é um trabalho que realizamos diariamente”, diz a técnica, que é trabalha no João Paulo II há quatro anos.

Equipe de ortopedia do João Paulo II

Técnica de enfermagem viraliza na web após ter foto publicada ao lado de criança sob efeito de anestesia

Enfermeira Mara Pereira, na parte da frente da foto, foi quem registrou o momento em que a técnica estava com a criança na maca — Foto: arquivo pessoal/Marlene Carvalho

Repercussão nas redes sociais

A foto de Marlene observando a menina dentro do centro cirúrgico foi tirada por uma colega de trabalho, que em seguida postou na rede social e a imagem viralizou. “Só soube depois que a enfermeira havia tirado a foto”, diz.

A postagem recebeu centenas de comentários parabenizando o trabalho da técnica. “São poucas que tem esse amor pela profissão e pelo próximo, parabéns a essa excelente profissional”, disse um internauta.

Outro usuário destaca o cuidado da equipe de enfermagem do hospital. “Elas são muito amáveis, desde as técnicas como a equipe inteira, não tenho o que reclamar quando minha filha precisou!!!”, afirma.

Hospital João Paulo II

O hospital João Paulo II é o único pronto-socorro que atende urgência e emergência em Rondônia.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), o João Paulo recebeu, entre 22 e 25 de novembro, 370 pacientes nas diversas alas da casa de saúde. A unidade tem 490 técnicos de enfermagem. Eles transitam entre outras alas do hospital.

Na ala ortopédica, onde Marlene atua, de janeiro a setembro deste ano já foram feitas 3.413 cirurgias, sendo que agosto teve o maior número de procedimentos cirúrgicos, com um total de 424.

Fonte: G1

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Energisa esclarece a população sobre o ‘golpe do talão de energia’

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Nos últimos dias surgiu a informação de que tinham pessoas que estavam usando o boleto da Energisa para aplicar golpes na população, porém, o Jornal Eletrônico News Rondônia entrou em contato com a empresa, que afirmou que as informações sobre tais atos eram falsas.

A empresa disse ainda que desde Dezembro, as contas de energia são boletos bancários e podem ser pagas em toda a rede bancária. Segundo a mesma, nesse período de transição, algumas contas que ainda não foram pagas podem ser do modelo anterior de boleto e por isso a diferença entre o talão de antes para os que estão sendo entregues hoje em dia.

Vejam a nota de esclarecimento que recebemos da Energisa: 

Desde o fim de dezembro, as conta de energia são boletos bancários e podem ser pagas em toda a rede bancária, em qualquer canal, independentemente de ser ou não cliente da instituição financeira. Nesse período de transição, porém, algumas contas ainda não pagas podem ser do tipo anterior. Em caso de dúvida, a Energisa está à disposição para maiores esclarecimentos por meio de seus canais de atendimento.

Canais de atendimento da Energisa:
📲 Aplicativo Energisa On – disponível para IOS e Android
📲 Gisa – (69) 9 9358-9673
💻 www.energisa.com.br

 

📞 Call Center – 0800 647 0120
Fonte – 20 – News Rondônia 

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Vídeo: Motoristas de aplicativos protestam no Orgulho do Madeira e denunciam onda de assaltos

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Na noite desta quinta-feira (14), motoristas de aplicativos fizeram uma manifestação em frente ao condomínio Orgulho do Madeira, para chamar atenção sobre os constantes roubos aos profissionais nos últimos dias, em Porto Velho.

Somente na noite de quinta-feira, dois roubos de veículos, celulares e dinheiro foram registrados.

Um dos automóveis roubados foi localizado no condomínio Morar Melhor. Um dos assaltantes foi preso. Já o outro carro foi encontrado abandonado na Rua Abóbora com Rua Cerejeiras, no Bairro Cohab. O celular roubado foi rastreado e teve sua última localização registrada no condomínio Orgulho do Madeira, mas não foi possível recuperá-lo.

Na frente do condomínio, enquanto os outros profissionais protestavam, um dos trabalhadores subiu no capô do carro e desabafou pedindo o fim da criminalidade contra a categoria.

Fonte: Rondonia Agora

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Visitas nos presídios colocam a sociedade em risco, alerta sindicato

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Com o avanço da Covid-19, que recolocou Rondônia numa situação crítica de vagas em UTIs públicas por conta da alta taxa de internações, o Sindicato dos Policiais Penais e Agentes de Segurança Socioeducativos (Singeperon) reiterou pedido à Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) de suspensão das visitas nas unidades prisionais, visando a proteção dos custodiados, visitantes e servidores, em vista que os recintos carcerários – com presos amontoados em celas com condições precárias de higiene – são altamente vulneráveis para a proliferação do vírus.

Conforme boletim divulgado na quarta-feira (13) pela Sejus, sobre casos de Covid no sistema prisional estadual, já chega a 513 o número de servidores confirmados e 712 o número de presos confirmados. Contudo, a imprensa do governo minimiza, destacando o número de curados – o que acaba passando uma ideia de controle da situação. “Mesmo se 100% dos contaminados fossem curados, a situação continuaria sendo preocupante”, alerta a presidente do Singeperon, Daihane Gomes.

Daihane observa sobre o fluxo de pessoas que entram e saem dos presídios, como familiares dos presos, advogados, servidores e funcionários de empresas prestadoras de serviços ao Estado. Lembra que a população carcerária em Rondônia é de mais de 11 mil presos, mantidos, geralmente, amontoados em celas com espaços reduzidos. “Dentro dos presídios não há as mínimas condições de higienização, e os servidores que têm contato com esses presos ainda não contam com itens de proteção necessários ou suficientes. Portanto, entre os muros prisionais, a contaminação e a disseminação pelo Covid é muito mais potencializada!”, completa.

Para a presidente do Singeperon, a suspensão das visitas nos estabelecimentos prisionais é um ato de responsabilidade. “São milhares de pessoas que entram nos presídios semanalmente e retornam ao convívio social, ao seio da família, transitando na padaria, no mercado, na farmácia… o que faz expandir a proliferação do vírus dos presídios para fora”, frisou Dahiane.

No Mato Grosso do Sul, as visitas presenciais em todos os estabelecimentos penais de regime fechado foram suspensas na última quarta-feira (13), através de portaria expedida pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen). O Singeperon espera que em Rondônia o governo adote a mesma medida a fim de proteger e salvar vidas.

Situação crítica

No pedido encaminhado à Sejus, o Singeperon destaca que “o avanço dos casos de Covid no Estado voltou a reacender o alerta, e o Município de Porto Velho, que se encontrava na fase 3, retroagiu para a fase 2, quando atingiu 8.319 casos confirmados, representando um aumento de 4,48% e uma taxa de ocupação hospitalar de 67,50%. Já em outros municípios, como Cerejeiras, houve um aumento de mais de 200% dos casos confirmados de Covid-19, retornando para a fase 1, por meio de decreto estadual”.

O Sindicato ainda ressalta sobre o estágio mais avançado da contaminação pela Covid-19 e, ainda, a possibilidade do enfrentamento de um vírus mais forte, advindo da mutação do coronavírus, com consequências mais graves, o que demonstra a necessidade urgente de que seja determinada, por parte da Secretaria de Justiça, a suspensão das visitas dos estabelecimentos prisionais”.

Fonte:Assessoria

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