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DESESPERO: Mãe se tranca em casa e coloca fogo em colchão para matar o filho e a si mesma

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Ela afirmou que perdeu o controle ao ser ameaçada pelo marido, que queria impedi-la de sair de casa

DESESPERO: Mãe se tranca em casa e coloca fogo em colchão para matar o filho e a si mesma

FOTO: (Divulgação)

Um casal foi preso na manhã dessa sexta-feira (27) depois que, durante uma briga dos dois, a mulher, de 25 anos, se trancou dentro de casa e ateou fogo em um colchão dizendo querer matar o filho dos dois, de apenas um ano, e a si mesma.

O caso aconteceu no Bairro Residencial Altamirando, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

A Polícia Militar foi acionada por volta das 10h30 para atender uma briga de casal. Quando chegou ao endereço indicado, encontrou um homem no quintal da casa e o portão trancado.

Conforme o boletim de ocorrência, questionado, o homem, de 27 anos, disse que a esposa dele havia se trancado dentro de casa e não deixava ele pegar o filho, que estava com ela.

Ele afirmou, ainda, que a mulher estava com uma faca posicionada nos pulsos, ameaçando se matar, e que ela havia ateado fogo em um colchão infantil dizendo que iria queimar a casa para que ela e o filho morressem, porém, o fogo não propagou.

Os policiais pediram que o portão fosse aberto e depois que a mulher deu as chaves a equipe entrou e abriu também a porta dos fundos da casa, onde foi encontrado o colchão parcialmente queimado e uma faca em cima de uma mesa.

Questionada, a mulher disse que só ateou fogo no colchão e usou a faca porque o marido havia a ameaçado quando ela disse que iria sair de casa levando o filho, “pois o suspeito encontrava-se agressivo e arrobou a porta do banheiro quando a mesma se trancou para pedir ajuda”, consta no boletim de ocorrência.

Ela afirmou, ainda, que o marido teria tomado seu celular quando ela tentou pedir socorro e que ela se trancou na casa quando ele saiu para trancar o portão, deixando-o para o lado de fora.

Diante dos relatos, a equipe resolveu encaminhar o casal para a delegacia e acionou o Conselho Tutelar para acompanhar a ocorrência e ficar responsável pelo bebê até a chegada da irmã da mãe, para quem o menino foi entregue.

O caso foi registrado como ameaça (do marido) e tentativas de infanticídio e suicídio (da mãe).

O LIBERAL
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Mundo

Carne bovina do Brasil começa a chegar aos EUA

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EUA vem registrando uma redução no na capacidade de produção de carne bovina. Brasil pode aproveitar a situação.

O Brasil avança nas exportações de carne bovina para os Estados Unidos enquanto a pandemia de coronavírus afeta a produção dos frigoríficos norte-americanos. No mês passado, 131 toneladas de carne desossada e congelada foram exportadas¹ pelo Brasil aos EUA, um volume mensal que não era registrado desde 2017

O volume ainda é pequeno e fica bem abaixo da média de 2 mil toneladas por mês exportadas em 2017, quando o mercado norte-americano, após duas décadas fechado, havia sido reaberto para os exportadores brasileiros.

A expectativa é que os números da exportação de carne bovina brasileira aos EUA continuem subindo nos próximos meses.

As medidas de segurança e a redução de funcionários impostas pelos governos dos Estados americanos para conter o coronavírus estão tornando as operações dos grandes frigoríficos locais ainda mais lentas.

Em algumas partes do país, os consumidores já encontram algumas prateleiras de carne vazias² nos supermercados.

Fonte: renovamidia.com.br

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Destaques

É #FAKE que chá de boldo combate a Covid-19 em três horas

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Circula nas redes sociais uma mensagem que diz que o chá de boldo combate a Covid-19 em três horas. É #FAKE., ou seja, não é verdade

Não há qualquer estudo científico que sustente essa tese. Alguns medicamentos, ministrados de forma pontual e experimental em ambiente hospitalar em pacientes internados, têm tido resultados promissores contra o coronavírus, mas o chá de boldo não é um deles.

Chás podem dar alívio em quadros leves de doença, como acontece em outras infecções respiratórias, mas não têm efeito terapêutico nem preventivo, de acordo com médicos entrevistados pela CBN.

A mensagem diz que enquanto o governo gasta “bilhões no combate ao coronavírus”, uma pessoa sem formação científica descobriu o poder do chá de boldo. “Combate os sintomas da Covid-19 em três horas, realmente. Deus usa as coisas loucas desse mundo para confundir as sábias”, afirma o texto.

No entanto, conforme vêm reforçando a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde, não existem evidências científicas de que qualquer substância cure a Covid-19 ou coíba a infecção pelo coronavírus até o momento.

A pneumologista Patricia Canto Ribeiro, da Escola Nacional de Saúde Pública, explica que o alívio dos sintomas de gripes e resfriados pode ser proporcionado por vários medicamentos, incluindo fitoterápicos. Mas nenhum desses remédios ataca o coronavírus em si.

“São remédios que ajudam a diminuir a congestão nasal, a febre e as dores no corpo. Mas eles não atacam a causa do problema. Ou seja, aliviam os sintomas, mas não têm ação sobre o vírus. Isso só se consegue com medicamentos específicos, chamados antivirais, que só podem ser prescritos por médicos. No caso da Covid-19, ainda estão em estudos medicamentos que possam ser eficazes.”

O infectologista João Prats, médico da Beneficiência Portuguesa de São Paulo, explica que pacientes com quadros brandos da Covid-19 podem se sentir melhor depois de tomar chás, seja de boldo ou outro, mas ressalta que os sintomas já iam se dissipar naturalmente.

“Não existe qualquer estudo científico que mostre que chá de boldo funcione para combater o vírus. A maior parte das pessoas infectadas tem um quadro leve; algumas nem sequer percebem que tiveram. Chá de boldo ou outro chá, com limão ou mel, além de vitamina C e substâncias para tosse podem ajudar a aliviar os sintomas. Mas essas pessoas já melhorariam, independentemente de tomar ou não. Não dá para dizer que houve causalidade. Não evita nem cura”, explica.

A infectologista Ingrid Cotta, também da Beneficiência Portuguesa, lembra que o chá pode ajudar na hidratação do paciente, mas não cura a Covid-19. “Não temos evidência científica de que o chá de boldo seja eficaz contra o coronavírus. O adequado a se dizer é que a hidratação ajuda a aliviar os sintomas de resfriado. Como 80% dos casos são leves, não requerem hospitalização, qualquer líquido pode ajudar, não especificamente o chá de boldo. O recomendado é a gente se alimentar bem, se hidratar, repousar, ter boas horas de sono. E, se necessário, tomar remédios para febre, dores, náuseas, conforme orientação médica.”

A equipe do Fato ou Fake já desmentiu outras informações falsas sobre alimentos e remédios caseiros aos quais é atribuída a cura da Covid-19. Nas redes sociais mundo afora são espalhadas receitas, mas nenhuma delas teve eficácia comprovada.

Por Roberta Pennafort, CBN

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Japão começa a fornecer antiviral recém-aprovado para tratar covid-19

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Uso do remdesivir foi aprovado em tempo recorde

Foto: © Kyodo/via REUTERS

O ministro da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social do Japão, Kato Katsunobu, afirmou hoje (12) que o governo começou a fornecer a recém-aprovada droga remdesivir a instituições médicas para o tratamento de pacientes com o novo coronavírus.

Nesta terça-feira, Kato declarou que a entrega do antiviral fornecido por sua fabricante americana havia sido iniciada no dia anterior. O remdesivir é o primeiro medicamento autorizado pelo Japão para o tratamento de pacientes com a covid-19. Sua aprovação foi acelerada na semana passada, após somente três dias de avaliação, depois de a droga ter sido aprovada para uso emergencial nos Estados Unidos.

O Ministério da Saúde do Japão planeja administrar o antiviral somente em pacientes com sintomas graves. Segundo o ministro Kato, as autoridades vão checar dados disponíveis online sobre pacientes elegíveis em hospitais para que os suprimentos cheguem adequadamente aos que necessitam do medicamento.

Fonte: Agência Brasil

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