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Rondônia recebe do Ministério da Saúde mais 27.500 doses de vacinas contra a covid-19

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Aos Leitores, ler com atenção:
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As doses serão distribuídas para as Gerências Regionais de Saúde de Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Ariquemes, Rolim de Moura e Porto Velho

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), recebeu nesta terça-feira (20), na Central de Rede de Frios, em Porto Velho, mais um lote com 27.500 doses de vacina contra a covid-19, sendo 10.300 da AstraZeneca e 17.200 doses da CoronaVac.

De acordo com o diretor-geral da Agevisa, coronel BM Gilvander Gregório de Lima, “essa remessa é destinada para aplicação da 1ª dose AstraZeneca em pessoas de 50 a 54 anos e da 1ª e 2ª doses da CoronaVac em pessoas de 50 a 54 anos seguindo o Plano Nacional de Operacionalização (PNO) definido pelo Ministério da Saúde, por isso é importante que esse público procure os locais de vacinação nos seus municípios para tomar a vacina”, ressaltou o diretor.

São mais 27.500 doses de vacina contra a Covid-19, sendo 10.300 da AstraZeneca e 17.200 doses da Coronavac

O secretário da Sesau, Fernando Máximo, esclareceu que “as doses recebidas hoje serão distribuídas para as seis Gerências Regionais de Saúde (GRS), localizadas em Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena, Ariquemes, Rolim de Moura e Porto Velho”, disse o secretário. Ele também explica que outras outras doses de AstraZeneca (39.500) e Pfizer (10.530) estão prevista para serem enviadas para Rondônia nesta quarta-feira (21).

DISTRIBUIÇÃO

Fernando Máximo disse também que tem recebido muitos questionamentos das Prefeituras em relação a quantidade de vacinas destinadas para cada município e esclareceu que “a divisão das doses é feita de acordo com o PNO do Ministério da Saúde que leva em conta a quantidade de pessoas por grupos prioritários e não a população de cada município”, frisou.

Até o momento, de acordo com o último boletim da Sesau, 48,7% da população vacinável já receberam a 1ª dose e 16.1% foram imunizados com a 2ª dose em todo o Estado, lembrando que os dados devem ser atualizados em tempo real pelas prefeituras.

As doses são direcionadas a pessoas de 50 a 54 anos seguindo o Plano Nacional de Operacionalização (PNO)

Esse índice tende a aumentar com a redução no intervalo entre as duas doses. A medida foi adotada em Rondônia em relação a 2ª dose das vacinas AstraZeneca e Pfizer, para garantir a proteção contra a variante Delta do coronavírus que circula em todo o país. De acordo com o novo protocolo adotado pela Sesau, a 2ª dosagem de ambas possam ser aplicadas em 45 e 60 dias, respectivamente.

“SOS VACINAÇÃO”

O secretário da Sesau, Fernando Máximo, ainda salientou que “o Governo tem promovido, principalmente em municípios de fronteira, a mobilização “SOS Vacinação” para dar mais agilidade ao processo de imunização da população com as doses extras recebidas do Ministério da Saúde para esse fim”, finalizou destacando a agilidade na distribuição, que coloca Rondônia em 4º lugar no ranking nacional brasileiro de distribuição de imunizantes aos municípios. Os três primeiros são: Mato Grosso do Sul (MS), Distrito Federal (DF) e Rio Grande do Sul (RS), conforme dados do Sistema de Informação de Insumos Estratégicos (Sies) do Ministério da Saúde.

Fonte
Texto: Andréia Fortini
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Saude

Com queda em internações por Covid-19, Sesau desativa 30 leitos de UTI em Porto Velho

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Nesta quarta-feira (21), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) desativou 30 leitos de UTI que atendiam exclusivamente pacientes com Covid-19, no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), localizado na Zona Leste de Porto Velho.

A Sesau informou ao RONDONIAGORA, que a desativação dos leitos ocorreu, após a redução de 74% no número de pacientes internados com Coronavírus.

Ainda de acordo com a Sesau, atualmente, 13 pacientes seguem internados no Cero em tratamento contra a Covid-19. No total, 265 estão internados em todo o estado.

Rondônia está sem fila de pacientes por UTI há três meses. O total de pacientes internados com a doença no dia 17 de março deste ano era de 854, onde outros 170 pacientes estavam na fila esperando por um leito de UTI.

Fonte. rondoniagora

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Mundo

Estudo: anticorpos de quem teve covid-19 não protegem contra variante

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Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Os pesquisadores destacam, no entanto, que os resultados foram obtidos in vitro, ou seja, em laboratório. Além disso, o estudo não inclui outros tipos de resposta imune do organismo, como imunidade celular. “É fundamental entender que pessoas infectadas podem ser infectadas novamente”, aponta William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, primeiro autor do artigo. O trabalho foi publicado como artigo na revista científica The Lancet em 8 de julho.

Foram analisadas amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac. “A pesquisa mostra que pessoas que foram vacinadas ainda estão suscetíveis à infecção, se você tomou a vacina continue usando máscara, continue com distanciamento social, continue usando as medidas de higiene para evitar a transmissão para outras pessoas”, aconselha o pesquisador.

Souza lembra que os estudos clínicos mostram a eficiência da CoronaVac contra formas graves da doença, reduzindo internações e mortes. “A vacina não é contra infecção, infecção pode acontecer a qualquer momento, com qualquer vacina, o objetivo da vacina é contra a doença, a forma grave, da pessoa morrer, ter sequelas graves.”

Outros estudos

O pesquisador citou outro estudo que analisou casos de covid-19 em idosos moradores de um convento e uma casa de repouso. Ele aponta que, embora os locais fossem pouco movimentados, o vírus entrou nessas moradias e infectou as pessoas com mais 70 anos que estavam vacinadas. “Mesmo com idade bem avançada quase todos foram assintomáticos ou com sintomas leves, não precisaram de hospitalização. Isso mostra a importância das vacinas.”

Sobre a variante Delta, Souza aponta que os estudos também vêm demonstrando a proteção contra formas mais graves da doença. “Mesmo locais com alta taxa de vacinação, por exemplo os Estados Unidos, em que hoje a Delta é a linhagem mais dominante, o número de mortes e hospitalizados não aumentou mesmo com a introdução dela.”

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

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Santa Luzia tem numero estável de casos ativos de covid nesta quinta feira 22

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