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Governo de Rondônia garante celeridade na distribuição de vacinas às Regionais de Saúde; Estado é o 4º no ranking nacional

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Aos Leitores, ler com atenção:
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Doses são armazenadas por menos de 24 horas na Central Estadual de Rede de Frio, em seguida distribuídas para as Regionais de Saúde

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), tem reforçado as ações que visam a distribuição de vacinas contra a covid-19 aos municípios assim que chegam os lotes enviados pelo Ministério da Saúde. A celeridade já coloca o Estado na 4ª colocação no ranking nacional brasileiro de distribuição de imunizantes aos municípios, que tem nas três primeiras posições Mato Grosso do Sul (MS), Distrito Federal (DF) e Rio Grande do Sul (RS), conforme dados do Sistema de Informação de Insumos Estratégicos (Sies) do Ministério da Saúde.

Em menos de 11 horas, por exemplo, 10.665 doses de vacinas contra a covid-19 foram enviadas para Ji-Paraná; Cacoal (3.725); Vilhena (3.735); Ariquemes (6.015); Rolim de Moura (3.675) e Porto Velho (19.935) conforme a última remessa de imunizantes enviados a Rondônia pelo Ministério da Saúde. Como de rotina, os imunizantes foram entregues às Regionais de Saúde, por meio de um trabalho célere de logística da Agevisa.

“Os números representam muito bem o trabalho articulado de nossa equipe de Imunização. Toda a equipe da Agência está empenhada em dar a atenção máxima à questão da vacinação, e alcançar mais rapidamente a população, que aguarda pelos imunizantes”, ressalta o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório.

Vacinas são escoltada pela PRF até às Regionais de Saúde

O levantamento afirmou ainda que Rondônia possui um percentual de repasse de 98,8%. Um trabalho árduo realizado via terrestre. Durante o percurso de destino, os veículos são escoltados pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), garantindo assim maior segurança na entrega das doses para as regionais.

As doses são armazenadas por menos de 24 horas na Central Estadual de Rede de Frio, em seguida distribuídas para as Regionais de Saúde de: Ji Paraná, Cacoal, Vilhena, Ariquemes, Rolim de Moura, e Porto Velho, que distribui para as localidades adjacentes.

O responsável pelo setor de transporte da Agevisa, Egnaldo de Souza, garante que procura exercer a função com o máximo de transparência e agilidade com objetivo de garantir também a eficácia do imunizante. “Me orgulho muito de fazer parte desse grupo, diante das circunstâncias da pandemia que tira a vida de muitas pessoas, nós do transporte temos a função árdua que é  preparar a logística das demandas que surgem na entrega de vacinas,  e aqui a gente procura trabalhar de forma que não venhamos perder nenhuma vacina”.

O coordenador de Imunização da Agevisa, Ivo Barbosa explica que as doses quando chegam à Rede de Frio são imediatamente separadas das quantidades que devem ser enviadas às Regionais. “Há toda uma atenção, tanto na divisão do percentual que será enviado às Regionais, coordenação da logística das equipes envolvidas e cuidado na manutenção da temperatura das doses. Tudo tem que ser feito com atenção e sintonia entre as pessoas envolvidas no processo”, finaliza.

Fonte
Texto: Marina Espíndola
Fotos: Frank Nery
Secom – Governo de Rondônia

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Com queda em internações por Covid-19, Sesau desativa 30 leitos de UTI em Porto Velho

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Nesta quarta-feira (21), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) desativou 30 leitos de UTI que atendiam exclusivamente pacientes com Covid-19, no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), localizado na Zona Leste de Porto Velho.

A Sesau informou ao RONDONIAGORA, que a desativação dos leitos ocorreu, após a redução de 74% no número de pacientes internados com Coronavírus.

Ainda de acordo com a Sesau, atualmente, 13 pacientes seguem internados no Cero em tratamento contra a Covid-19. No total, 265 estão internados em todo o estado.

Rondônia está sem fila de pacientes por UTI há três meses. O total de pacientes internados com a doença no dia 17 de março deste ano era de 854, onde outros 170 pacientes estavam na fila esperando por um leito de UTI.

Fonte. rondoniagora

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Estudo: anticorpos de quem teve covid-19 não protegem contra variante

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Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Os pesquisadores destacam, no entanto, que os resultados foram obtidos in vitro, ou seja, em laboratório. Além disso, o estudo não inclui outros tipos de resposta imune do organismo, como imunidade celular. “É fundamental entender que pessoas infectadas podem ser infectadas novamente”, aponta William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, primeiro autor do artigo. O trabalho foi publicado como artigo na revista científica The Lancet em 8 de julho.

Foram analisadas amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac. “A pesquisa mostra que pessoas que foram vacinadas ainda estão suscetíveis à infecção, se você tomou a vacina continue usando máscara, continue com distanciamento social, continue usando as medidas de higiene para evitar a transmissão para outras pessoas”, aconselha o pesquisador.

Souza lembra que os estudos clínicos mostram a eficiência da CoronaVac contra formas graves da doença, reduzindo internações e mortes. “A vacina não é contra infecção, infecção pode acontecer a qualquer momento, com qualquer vacina, o objetivo da vacina é contra a doença, a forma grave, da pessoa morrer, ter sequelas graves.”

Outros estudos

O pesquisador citou outro estudo que analisou casos de covid-19 em idosos moradores de um convento e uma casa de repouso. Ele aponta que, embora os locais fossem pouco movimentados, o vírus entrou nessas moradias e infectou as pessoas com mais 70 anos que estavam vacinadas. “Mesmo com idade bem avançada quase todos foram assintomáticos ou com sintomas leves, não precisaram de hospitalização. Isso mostra a importância das vacinas.”

Sobre a variante Delta, Souza aponta que os estudos também vêm demonstrando a proteção contra formas mais graves da doença. “Mesmo locais com alta taxa de vacinação, por exemplo os Estados Unidos, em que hoje a Delta é a linhagem mais dominante, o número de mortes e hospitalizados não aumentou mesmo com a introdução dela.”

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

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Santa Luzia tem numero estável de casos ativos de covid nesta quinta feira 22

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