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“SOS Vacinação” imuniza quase 3,5 mil pessoas em São Miguel do Guaporé e Costa Marques

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Ação nos dois municípios obedeceram as medidas de segurança, com o uso de máscara e distanciamento social

A ação “SOS Vacinação”, desenvolvida pelo Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), vacinou no último final de semana 3.416 pessoas contra covid-19, nos municípios de São Miguel do Guaporé e Costa Marques, região do Vale do Guaporé. A ação contou com o reforço de profissionais da Saúde tanto do Estado quanto dos municípios.

No sábado (17), em São Miguel do Guaporé, a vacinação ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Lazara Alves de Lima, sendo vacinadas 2.032 pessoas a partir de 25 anos com ou sem comorbidades. A imunização foi feita com doses da AstraZeneca, sendo 1.702 para aplicação da 1ª dose e 330 para a 2ª dose.

Pessoas a partir dos 25 anos foram vacinadas em São Miguel do Guaporé

Luis Carlos de Souza, de 21 anos, morador do município, contou que não esperava ser vacinado agora, ficou feliz com a chegada do imunizante. “Esperava que fosse vacinar só daqui há duas semanas e, estava preocupado com a minha família. Eu trabalho no sítio e vim rápido para a cidade, assim me sinto mais seguro e transmito segurança aos meus familiares”, disse.

No domingo (18), a equipe do “SOS Vacinação” se deslocou para à Escola Estadual de Ensino Fundamental Gomes Carneiro, em Costa Marques. O transporte da equipe dos profissionais da Saúde foi feito pelo ônibus da da Secretaria de Estado da Educação (Seduc). No município, 1.384 pessoas a partir de 18 anos, com ou sem comorbidades foram vacinadas, sendo 969 doses da vacina AstraZeneca para aplicação da 1ª dose, 210 para aplicação da 2ª dose e 205 imunizantes da Janssen (dose única).

A equipe da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) que acompanha a ação, organizou a logística dos imunizantes, insumos utilizados na ação no “SOS Vacinação”. “O trabalho da Agevisa consiste em receber as vacinas do Governo Federal, conferir, armazenar, fazer o controle de temperatura, registrar, quantificar, separar, colocar na temperatura ideal, e transportar até às Regionais de Saúde. Na ação conjunta, disponibilizamos a logística do transporte e profissionais para agregar ao trabalho administrativo, o que aumenta o poder de produtividade”, pontuou o diretor-geral da Agevisa, Gilvander Gregório de Lima.

O secretário da Saúde, Fernando Máximo, destacou que a ação foi extremamente positiva nos dois municípios e, que a vacinação é fundamental para imunizar a população contra o coronavírus. “Precisamos nos conscientizar e continuar seguindo os protocolos de segurança recomendados pelo Ministério da Saúde, sempre usando máscara e mantendo o distanciamento social e, assim quebrar a cadeia de transmissão do vírus”, disse.

Máximo reitera que nesta segunda-feira (19), 600 pessoas serão imunizadas em São Domingues do Guaporé, distrito de Costa Marques.

Fonte
Texto: Sarah Silva e Aurimar Lima
Fotos: Ítalo Ricardo
Secom – Governo de Rondônia

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Com queda em internações por Covid-19, Sesau desativa 30 leitos de UTI em Porto Velho

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Nesta quarta-feira (21), a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) desativou 30 leitos de UTI que atendiam exclusivamente pacientes com Covid-19, no Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), localizado na Zona Leste de Porto Velho.

A Sesau informou ao RONDONIAGORA, que a desativação dos leitos ocorreu, após a redução de 74% no número de pacientes internados com Coronavírus.

Ainda de acordo com a Sesau, atualmente, 13 pacientes seguem internados no Cero em tratamento contra a Covid-19. No total, 265 estão internados em todo o estado.

Rondônia está sem fila de pacientes por UTI há três meses. O total de pacientes internados com a doença no dia 17 de março deste ano era de 854, onde outros 170 pacientes estavam na fila esperando por um leito de UTI.

Fonte. rondoniagora

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Estudo: anticorpos de quem teve covid-19 não protegem contra variante

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Estudo internacional com participação de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) revela um mecanismo que explica o motivo pelo qual ocorrem as reinfecções de covid-19. Testes em laboratório mostraram que a variante Gamma, anteriormente conhecida como P.1, originada no Brasil, é capaz de escapar dos anticorpos neutralizantes que são gerados pelo sistema imunológico a partir de uma infecção anterior com outras variantes do coronavírus.

Os pesquisadores destacam, no entanto, que os resultados foram obtidos in vitro, ou seja, em laboratório. Além disso, o estudo não inclui outros tipos de resposta imune do organismo, como imunidade celular. “É fundamental entender que pessoas infectadas podem ser infectadas novamente”, aponta William Marciel de Souza, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, primeiro autor do artigo. O trabalho foi publicado como artigo na revista científica The Lancet em 8 de julho.

Foram analisadas amostras do plasma de pacientes que tiveram a doença, e também de pessoas imunizadas pela vacina CoronaVac. “A pesquisa mostra que pessoas que foram vacinadas ainda estão suscetíveis à infecção, se você tomou a vacina continue usando máscara, continue com distanciamento social, continue usando as medidas de higiene para evitar a transmissão para outras pessoas”, aconselha o pesquisador.

Souza lembra que os estudos clínicos mostram a eficiência da CoronaVac contra formas graves da doença, reduzindo internações e mortes. “A vacina não é contra infecção, infecção pode acontecer a qualquer momento, com qualquer vacina, o objetivo da vacina é contra a doença, a forma grave, da pessoa morrer, ter sequelas graves.”

Outros estudos

O pesquisador citou outro estudo que analisou casos de covid-19 em idosos moradores de um convento e uma casa de repouso. Ele aponta que, embora os locais fossem pouco movimentados, o vírus entrou nessas moradias e infectou as pessoas com mais 70 anos que estavam vacinadas. “Mesmo com idade bem avançada quase todos foram assintomáticos ou com sintomas leves, não precisaram de hospitalização. Isso mostra a importância das vacinas.”

Sobre a variante Delta, Souza aponta que os estudos também vêm demonstrando a proteção contra formas mais graves da doença. “Mesmo locais com alta taxa de vacinação, por exemplo os Estados Unidos, em que hoje a Delta é a linhagem mais dominante, o número de mortes e hospitalizados não aumentou mesmo com a introdução dela.”

Por Camila Maciel – Repórter da Agência Brasil – São Paulo

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Santa Luzia tem numero estável de casos ativos de covid nesta quinta feira 22

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