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Jaqueline Cassol destina recursos para ampliar projetos sociais em Rolim de Moura

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Programa Segundo Tempo’ atenderá os moradores do Bairro Centenário e região.

A Associação dos Moradores do Bairro Centenário de Rolim de Moura, já recebeu o valor de R$ 108 mil, emenda da deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO), para investir na implantação do ‘Programa Segundo Tempo’, que é um programa do Governo Federal e atenderá os moradores do Bairro Centenário e região.

“Eu fico muito feliz em destinar recurso para essa associação, pois acredito que ao investir na prática esportiva, de lazer, é investir no futuro das crianças. O esporte desenvolve habilidades físicas e sociais e é uma importante ferramenta de aprendizado”, destacou a deputada.

De acordo com a presidente da Associação dos Moradores do Bairro Centenário, Nedilma Rossi, com o recurso destinado para a associação, eles irão ampliar o atendimento na escolinha de futebol, possibilitando a participação de mais crianças e implantar um novo projeto voltado para adultos com aulas de zumba.

“A participação nesses projetos não terá nenhum custo à comunidade. Com o recurso investido pela deputada, nós vamos pagar dois professores para a escolinha de futebol e um professor para ministrar as aulas de zumba”, detalhou a presidente.

A solicitação dos recursos partiu do ex-presidente da União Municipal das Associações dos Moradores (Umam) Mauri Anderson Gomes Machado e da ex-presidente do bairro e ex-vereadora Marlene Lira. Segundo ela, poucos políticos se preocupam em ajudar associações, característica encontrada na deputada Jaqueline Cassol.

“Esse recurso vai amplificar o atendimento na nossa comunidade. Vai ampliar o atendimento das crianças na escolinha de futebol e beneficiar adultos com aulas de zumba. Nós estamos muito felizes e só temos a agradecer a deputada pelos recursos destinados para a associação” agradeceu Lira.

A escolinha de futebol já funciona no bairro, mas terá uma ampliação no número de vagas disponíveis, já as aulas de zumba terão início no mês de julho deste ano e serão abertas para pessoas de ambos os sexos.

Conheça o Programa Segundo Tempo

O Programa Segundo Tempo atende jovens com idades entre 6 a 17 anos, que vivem em situação de vulnerabilidade social e estão matriculadas na rede pública de ensino. Dentro do programa são oferecidas práticas esportivas ministradas por profissionais qualificados e material didático relacionados as modalidades oferecidas.

Cada participante do programa pode praticar até duas modalidades coletivas e uma individual no contraturno escolar, num total de até 6h por semana.  São atendidos entre 70 a 100 alunos por núcleo, numa média de 35 alunos por 20 turma.

fonte Assessoria de comunicação  por Magda Oliveira

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Esportes

Atletas de Vilhena são beneficiados com recursos da deputada Jaqueline Cassol

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Deputada Jaqueline Cassol, acompanhada do coordenador da AVV France Lima.

Cerca de 180 crianças e adolescentes matriculadas na Associação Vilhenense de Voleibol (AVV), estão sendo beneficiadas com o Programa ‘Segundo Tempo’. Para a implantação do programa na AVV, a deputada federal Jaqueline Cassol (PP-RO) destinou cerca de R$ 108 mil. O valor está sendo usado para o pagamento de professores e a compra de materiais esportivos.

“Eu decidi apoiar essa associação, pois eles fazem um lindo trabalho com crianças e adolescentes, e tenho convicção de que incentivar o esporte é incentivar a saúde, o nosso país e o nosso Estado de Rondônia, que crescerá cada vez mais, garantindo um futuro brilhante para esses atletas” disse a deputada.

Desde os 10 anos de idade, Daniel Trindade, frequenta os treinos na AVV, hoje com 17 anos, continua trilhando o mesmo caminho no esporte. Ele agradeceu o apoio da deputada.

“Eu me sinto bem em frequentar os treinos de vôlei, pois dessa forma eu não fico nas ruas e nem me envolvo com coisas erradas. Quero agradecer a deputada por nos ajudar a manter a associação funcionando”, agradeceu Daniel.

Essa associação é uma das mais antigas de Rondônia, já funciona há 20 anos e atende alunos de 8 a 18 anos com aulas de vôlei de quadra e de areia inteiramente grátis. O pedido do recurso partiu do vereador de Cacoal, Paulo Roberto Bezerra, ou Paulinho do Cinema, que junto com o coordenador da AVV France Lima, apresentou à deputada a história e as necessidades da associação.

“Logo que procuramos a deputada ela abraçou a nossa causa e destinou esse recurso que é muito importante para fortalecer esse projeto. Com as atividades realizadas na AVV nós conseguimos levar o voleibol como ferramenta de mudança do cenário social dessas crianças. Eu em nome da diretoria da associação e dos alunos matriculados, só tenho a agradecer”, destacou France.

Além da Associação Vilhenense de Voleibol, a deputada também destinou recursos para que o programa Segundo Tempo fosse desenvolvido na Associação dos Moradores do Bairro Centenário de Rolim de Moura.

Veja mais fotos abaixo:

Fonte: Assessoria de Comunicação

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Destaques

Fifa realizará estudo sobre viabilidade de Copa do Mundo a cada 2 anos

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A Fifa realizará um estudo de viabilidade sobre a realização da Copa do Mundo e da Copa do Mundo Feminina a cada dois anos, depois de apoiar uma proposta em seu congresso anual nesta sexta-feira (21).

 

Atualmente, as duas competições são realizadas a cada quatro anos, mas a Federação de Futebol Saudita (Saff) apresentou uma proposta de um estudo sobre o impacto de um evento bienal.

“Acreditamos que o futuro do futebol está em uma conjuntura crítica. As muitas questões que o futebol enfrenta são ainda mais exacerbadas agora pela pandemia em curso”, disse o presidente da Saff, Yasser Al-Misehal. “É hora de rever como o esporte global está estruturado e considerar o que é melhor para o futuro de nosso esporte. Isto deveria incluir se o ciclo atual de quatro anos continua sendo a base ideal para como o futebol é administrado tanto da perspectiva da competição quanto da comercial”, acrescentou ele.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, a classificou como “uma proposta eloquente e detalhada”, e 166 federações nacionais votaram a favor e 22 contra.

Infantino disse que o estudo analisará os sistemas de classificação dos torneios.



Fonte: Reuters

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Destaques

Jovens dizem que educação foi a área mais afetada durante pandemia

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Um estudo da organização não governamental (ONG) Plan International mostrou que 95% de meninas e jovens mulheres tiveram suas vidas afetadas de forma negativa pela pandemia de covid-19. Para as jovens, a educação foi a área mais atingida. O acesso limitado à tecnologia, o apoio insuficiente de escolas e faculdades e o espaço físico para estudar foram as principais dificuldades enfrentadas na educação em casa.

 

A pesquisa Vidas Interrompidas 2: em suas próprias vozes – O impacto da covid-19 na vida de meninas e jovens mulheres ouviu, nos meses de junho e julho de 2020, 7 mil mulheres de 15 a 24 anos sobre temas como educação, saúde e bem-estar, percepções sobre a vacina e o futuro.

O Brasil está entre os países que participaram do estudo, que também incluiu meninas da Austrália, do Egito, Equador, da Espanha, dos Estados Unidos, da Etiópia, França, de Gana, da Índia, de Moçambique, da Nicarágua, do Vietnã e de Zâmbia.

A solidão e as responsabilidades domésticas também interferiram na capacidade das meninas de acompanhar o ensino a distância enquanto as escolas e faculdades foram fechadas.

“O futuro das meninas e jovens mulheres está ameaçado no Brasil e no mundo. A pandemia aprofundou as desigualdades sociais, que já eram muito marcantes, e está está fazendo com que a gente dê vários passos para trás em conquistas importantes de direitos fundamentais para a igualdade de gênero e de oportunidades”, afirma Cynthia Betti, diretora executiva da Plan International Brasil.

Nas entrevistas, as jovens relataram dificuldades de concentração e foco ao estudar em casa. Elas também citaram a falta de dinheiro para planos de dados, telefones celulares e outros custos relacionados ao aprendizado online, além do fato de não ter ninguém para ajudar a explicar lições ou conceitos, como barreiras frequentes para aprender durante a pandemia.

“Na escola temos uma abordagem mais prática. Nas aulas online temos pouca oportunidade de tirar dúvidas, e os professores só dão a aula e não esclarecem nossas dúvidas. Minha casa está muito cheia e barulhenta. Não estou conseguindo acompanhar as aulas”, disse Bárbara, de 16 anos.

Vidas interrompidas

A primeira etapa da pesquisa Vidas Interrompidas, divulgada no ano passado, revelou que 19% das meninas em todo o mundo acreditam que a covid-19 as forçará a suspender temporariamente os estudos, enquanto 7% temem ter que abandonar a escola. No auge da primeira onda da pandemia, 1,5 bilhão de estudantes foram afetados pelo fechamento de escolas, que ocorreu em 194 países em quase toda a Europa, África, América Latina e Ásia.

“A covid-19 mudou profundamente nossas vidas no último ano. Mas seu impacto não é o mesmo para todas as pessoas, e a pandemia colocou em foco as desigualdades pré-existentes, seja entre ricos e pobres, jovens e idosos, homens e mulheres”, afirma Jacqui Gallinetti, diretora de Monitoramento, Avaliação, Pesquisa e Aprendizagem da Plan International.

Barreiras financeiras
Para reduzir os impactos do cenário revelado pela pesquisa, a organização defende que os governos reúnam esforços para lidar com as barreiras financeiras impostas às meninas. Entre as medidas propostas na pesquisa estão o pagamento de vale-alimentação, merenda escolar e transferência de renda para incentivar as meninas a voltarem à escola, aliviando a carga sobre a renda familiar.

Outro ponto indicado pela Plan International é reforçar o treinamento para professores e alunos no uso da tecnologia, para melhorar a qualidade do ensino a distância em países onde as escolas permanecem fechadas, e para que a educação seja mais resiliente em caso de crises futuras.

“Isso inclui o planejamento de futuros fechamentos, identificando os alunos que mais precisam de apoio e investindo em meios variados, incluindo rádio, TV e aprendizagem online, bem como distribuindo kits escolares com materiais de aula e materiais escolares”, diz a organização.

Aumento da ansiedade

O estudo também mostrou que a interrupção nos estudos, combinada ao medo do próprio vírus e à necessidade de se adaptar a medidas de isolamento social, afetou a saúde mental das meninas, e muitas participantes da pesquisa precisaram lidar com o estresse e a ansiedade.

A primeira edição da pesquisa revelou que nove em cada dez meninas (88%) diziam estar sentindo níveis altos ou médios de ansiedade como consequência da pandemia de covid-19.

Por outro lado, o estudo mostrou que apenas 5% das meninas e jovens mulheres entrevistadas disseram que a pandemia só causou efeitos positivos em sua vida.



  • Fonte: Agência Brasil

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