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Educação

Alto Alegre – Escola Artur tem 5 medalhistas na Olimpíada Nacional de Ciências

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

A pandemia trouxe vários desafios a humanidade, e, um deles foi para Educação Básica com ensino remoto. Mesmo com todas as dificuldades, a Escola Estadual Artur da Costa e Silva aplicou as duas fases da Olimpíada Nacional de Ciências e obteve 5 medalhas (uma de ouro, duas de prata e duas de bronze) e além disso, duas menções honrosas.
A Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a SBF (Sociedade Brasileira de Física) a ABQ (Associação Brasileira de Química) o Instituto Butantan a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP); ela resulta de um convite do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) às Sociedades e se destina a estudantes do Ensino Médio e do 8ª e 9º ano do Ensino Fundamental.
No Ano de 2020, a olimpíada foi realizada de forma virtual, com o empenho dos alunos a escola conseguiu esse feito.
MEDALHA DE OURO
Esdra Vieira Silva, 8º ano do Ensino Fundamental
Lauane Rocha da Cruz, 1º ano do Ensino Médio

MEDALHA DE BRONZE
Maysa Pereira Cesário, 8º ano do Ensino Fundamental
Brenda Luiza Haese de Souza, 8º ano do Ensino Fundamental

MENÇÃO HONROSA
Vitor Felipe de Lima Castilho, 3º ano do Ensino Médio
Elizane Benício da Rosa, 9º ano do Ensino Fundamental

A Escola Artur parabeniza todos os alunos que se destacaram nas olimpiadas pela conquista e que nesse ano letivo de 2021 seja um ano de muita aprendizagem.

Prof. Jociel Antonio Gonçalves

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Educação

SEMEC de Rolim de Moura lança processo eletivo do Conselho do FUNDEB

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A secretária Municipal de Educação e Cultura de Rolim de Moura (RO) Cleide Lopes informou que com a aprovação do NovoFundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) por meio da Lei Federal Nº 14.113, de 25/12/2020, se faz necessária a eleição de Novo Conselho do FUNDEB.

O Conselho de Acompanhamento e Controle Social do Fundeb é um colegiado que tem como função principal acompanhar e controlar a distribuição, a transferência e a aplicação dos recursos do Fundo.

A secretária lembra que o controle social é um complemento indispensável ao controle institucional realizado pelos órgãos que fiscalizam os recursos públicos. Essa participação é importante porque contribui para a boa e correta aplicação dos recursos públicos, fazendo com que as necessidades da sociedade sejam atendidas de forma eficiente.

Os representantes de Professores, Diretores, Servidores técnico-administrativos, Pais de alunos e Representantes das escolas do campos serão indicados via ofício pelas instituições escolares municipais, e posteriormente será realizada reunião on-line, com data e horário a serem definidos pela Comissão Organizadora da SEMEC, para a votação entre os pares;

Os representantes do Poder Executivo, Conselho Tutelar, Conselho Municipal de Educação e SINSEZMAT, serão indicados via ofício pelos respectivos segmentos.

Os representantes dos estudantes da educação básica, serão escolhidos entre seus pares, com processo eletivo realizado pela Escola Dionísio Quintino, haja vista que a referida escola oferta a Educação de Jovens e Adultos – EJA na Rede Municipal e indicados via ofício.

fonte. Assessoria

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Educação

Rolim: Secretaria de Educação discute e sensibiliza sobre Autismo em evento virtual com profissionais da educação

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A Secretaria Municipal de Educação(SEMEC) de Rolim de Moura (RO) representada pela Professora Cleide Lopes, titular da pasta, promoveu evento virtual com a participação dos professores que trabalham com alunos autistas (Alunos de Educação Especial) do município para discutir e sensibilizar sobre o AUTISMO. O Dia do Autismo foi na última sexta-feira (02), mas como foi feriado, a Semec organizou a programação para abordar o tema na segunda, terça e quarta-feira desta semana.

A Professora Luci Cardoso Teodoro Seo lembrou que é algo que parece ainda não ser compreendido, é que autismo não é doença, mas sim um cérebro diferente. O autismo é quem somos. É o nosso cérebro diferente.

A Secretária Municipal de educação, destacou que diante da relevância do tema o setor de Educação Especial da SEMEC, na pessoa da Professora Iraci Tezolin e com a parceria da Professora Vanessa Noronha propomos ampliar esse diálogo, pois é de fundamental importância que professores, cuidadores e familiares saibam como lidar com essas crianças.

Houve também a parceria da Sílvia Thomaz, psicopedagoga especialista em autismo. Formada pela Unipec em pedagogia com Habilitação em Educação Educacional. Pós graduada em Gestão Escolar, Psicopedagogia, AEE e Libras. Trabalha na AMAR-RO como coordenadora de Projetos e formadora em Autismo pela Seduc-RO.

E ainda a participação da Pedagoga, especialista em Psicopedagogia Clínica e institucional e Neuropsicopedagogia Jaqueline Janete do Carmo que tratou sobre a importância da rotina para as crianças com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA).

Cleide Lopes afirmou que esse é apenas o início de uma longa caminhada que iremos traçar juntos buscando melhorar a cada dia, para oferecer uma educação inclusiva de qualidade.

Fonte. Assessoria de Imprensa

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Educação

Muito tempo no celular pode causar compulsão alimentar em crianças

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Mesmo antes da pandemia, as crianças já passavam horas na frente do computador ou celular, com isso surgiram vários estudos para..

Foto: Pixabay / Redes sociais são uma das culpadas

Mesmo antes da pandemia, as crianças já passavam horas na frente do computador ou celular, com isso surgiram vários estudos para descobrir o que esse comportamento poderia acarretar.

A pesquisa mais recente, feita com crianças entre 9 e 11 anos, revelou que muitas horas na frente de telas aumenta a chance de desenvolver transtorno da compulsão alimentar.

De acordo com a CNN, o estudo revela que as redes sociais estão entre as principais culpadas. Cada hora gasta nessas plataformas foi associada a um risco 62% maior de ter a doença, enquanto cada hora gasta assistindo televisão ou filmes foi associada a um risco 39%.

Jason Nagata, professor assistente de pediatria da Universidade da Califórnia em San Francisco e principal autor do estudo, explica que ocorre pela distração: “As crianças podem ser mais propensas a comer em excesso quando distraídas em frente às telas”, disse.

O transtorno da compulsão alimentar se caracteriza por episódios recorrentes de alto consumo de alimentos, acompanhados de suam sensação de falta de controle, e logo após a refeição a sensação de culpa e angústia.

Além do fato de que assistir televisão por muitas horas, pode gerar a compulsão, o uso excessivo das redes sociais também pode provocar uma imagem corporal negativa nas crianças.

(Portal Holanda)

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