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Agronegócio

Vereadores visitam Assentamento Terra Prometida em Rolim de Moura

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A visita foi acompanhada do Secretário de Agricultura, Dionísio Pereira Braga.

O Presidente da Câmara Municipal de Rolim de Moura, vereador Claudinho da Cascalheira e a vereadora Juliana Antunes acompanhados do Secretário Municipal de Agricultura (SEMAGRI), Dionísio Pereira Braga, visitaram o Assentamento Terra Prometida, localizado na Linha 180 Km 13 lado norte, projeto que reúne 17 famílias, beneficiadas pelo Programa Nacional de Crédito Fundiário, do Governo Federal e vem ganhando destaque na produção de alimentos. A visita dos Parlamentares e Secretário de Agricultura teve o objeto de ouvir as demandas dos agricultores.

Para o titular da SEMAGRI a ideia da pasta é buscar parceria com a Câmara Municipal para alavancar a agricultura do município. “Estamos com a licitação para a obra do CEASA em andamento e precisamos preparar nossos agricultores para a demanda de alimentos exigida pela central. Nossa agricultura já é muito forte e se os poderes andarem de mãos dadas teremos um salto importante no ranking de produção”, disse o secretário. Segundo ele a agricultura é uma das principais geradoras de renda do município. Para o secretário uma produção ainda mais fortalecida é sinal de que todos os setores de Rolim de Moura estarão mais fortes.

E o presidente da Câmara comunga da mesma opinião do secretário. De acordo com o vereador Claudinho, Rolim de Moura possui atualmente cerca de 2.200 famílias agricultoras. Para ele são mais de duas mil empresas na área rural, gerando renda para o município. Claudinho disse que todos os membros do Poder Legislativo estão focados em colaborar com o Executivo e a secretaria de agricultura terá uma atenção importante. “Vamos trabalhar unidos para fortalecer estas mais de duas mil empresas que estão na nossa zona rural. Fortalecer o setor produtivo é assegurar dias melhores para o nosso município. É para isso que fomos eleitos e é estas parcerias que estamos propondo para os próximos 4 anos”, destacou o presidente.

Juliana Antunes aproveitou a visita no Assentamento para discutir ideias para o setor. Para ela é necessário focar atenções na agricultura porque o fortalecimento do setor representa um desafogo em todas as outras áreas da administração. A vereadora colocou seu gabinete a disposição dos agricultores do local e reforçou a necessidade de os produtores se organizarem em uma associação para juntos, buscar mais melhorias para os beneficiários do Terra Prometida.

A produtora rural Mailza Vilasboas ofereceu um almoço em sua residência, para agradecer a visita ao assentamento. Ela disse que os agricultores precisam de mais atenção para que possam diversificar a produção. “Eu já trabalho com uma diversidade de verduras que são comercializados nas feiras livres e com o apoio dos vereadores e da SEMAGRI eu quero investir em outras culturas”, disse a agricultora. O produtor rural Antônio José já está cultivando café clonal, entretanto sua propriedade ainda produz verduras e legumes. O agricultou comemorou a visita da equipe e pediu apoio aos assentados.

Assessoria de Imprensa da Câmara Municipal de Rolim de Moura

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Agronegócio

Semagri traça meta para o plantio de 1 milhão de mudas de abacaxis

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Produção colabora com rendas extras de produtores rurais do município.

A Semagri – Secretaria Municipal de Agricultura, em parcerias com entidades, busca o auxílio para o produtor rural impulsionar o seu plantio de abacaxi. Como estímulo de uma renda extra, a secretaria realiza o trabalho de entrega das mudas e o transporte da colheita dos produtores. Segundo o secretário da pasta, Jair Dornelas, o objetivo até o final de 2021 é entregar um milhão de mudas de abacaxi.

As atividades da secretaria acontecem junto ao Programa Municipal de Aquisição de Alimentos (PMAA), que realiza estas atividades de auxílio ao produtor. Desde janeiro deste ano, foi inicializado a distribuição de mudas de abacaxi, para o incentivo do plantio.

“O produtor que for cultivar terá o acompanhamento da Semagri, nós iremos disponibilizar uma equipe técnica e operacional para o total apoio. As mudas doadas, são selecionadas por tamanho e separadas de acordo com a qualidade, pelos reeducandos do Centro de Ressocialização Cone Sul. Isto foi uma parceria firmada entre Semagri e a Sejus – Secretaria de Estado da Justiça”, relata Jair.

Eduardo Japonês, prefeito de Vilhena aponta os benefícios deste projeto para os produtores do município. “Desde o começo, obtivemos ótimos resultados com os produtores, eles estão aderindo como uma nova opção de renda, pois o município tem um excelente solo para produção do abacaxi e grandes condições de comercialização. Aqui na prefeitura oferecemos apoio na preparação do solo, acompanhamento técnico, assistência e o transporte gratuito”, aponta Eduardo Japonês.

Em visita a capital do Estado, Jair Dornelas solicitou junto a Seagri – Secretaria do Estado de Agricultura um projeto técnico para agroindústria e ao Deputado Luizinho Goebel uma emenda parlamentar para aquisição de uma despolpadeira. “Estive em busca de recursos em Porto Velho, para ampliarmos o desenvolvimento deste projeto. Procuramos estimular os pequenos e médios agricultores a cultivar mudas de abacaxi, e se obtermos uma despolpadeira, poderemos implantar uma cooperativa de fabricação de polpas. As respostas aqui foram positivas e acredito que, com o apoio do Deputado Luizinho Goebel e da Seagri tudo será potencializado, esperamos chegar em um milhão de mudas plantadas até o final do ano”, afirma Jair.

Ainda de acordo com Jair, a máquina despolpadeira será utilizada quando o abacaxi não der o tamanho para ser comercializado, sendo assim, a fruta é reutilizada para a fabricação da poupa pelos membros da cooperativa.

“Nosso projeto tem alcançado diversos produtores de várias comunidades rurais do município. A distribuição de mudas tem sido um incentivo ao produtor que aposta no sucesso da produção. Também colaboramos com o transporte do esterco e o terreno arenoso da nossa região é um fator que colabora para a produção. Após a colheita, procuramos inserir toda a produção do abacaxi no mercado local e também com a despolpadeira, poderemos fabricar polpas da fruta para comercialização”, aponta Micaela Bolsoni, secretária-adjunta da Semagri.

Fonte: Semcom

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Agronegócio

Brasil retorna ao 3º lugar na produção mundial de carne de frango

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Foto: Divulgação

Na última década, duas doenças animais distintas fizeram com que o Brasil mudasse de posição no ranking dos principais produtores de carne de frango. Uma delas levou o País à vice-liderança mundial, atrás apenas dos EUA. A outra, o recolocou no terceiro lugar. Agora, aparentemente, de forma definitiva, ou seja, cedendo de vez o lugar à China.

À primeira vista, frente à sua população, a China deveria ser o maior produtor mundial de carne de frango. Aparentemente é, mas não para o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) que, em suas estatísticas, desconsidera o produto de origem doméstica (isto é, os não-hibridizados). E isso, historicamente, mantém a China num segundo posto, atrás dos EUA.

Mas em 2016 a China perdeu essa posição. Para o Brasil. Que permaneceu como o segundo maior produtor mundial de carne de frango durante três anos, entre 2016 e 2018. Porque, em essência, a avicultura chinesa foi profundamente afetada pela Influenza Aviária (IA), problema sanitário que, em apenas dois anos, fez sua produção de carne de frango recuar cerca de 15%.

Essa queda poderia ter sido minimizada. Mas ao mesmo tempo em que assistia à dizimação de parte de seu plantel avícola pela IA, o governo chinês proibia a importação de reprodutoras provenientes de países também atingidos pela doença, o que incluía EUA e países europeus, então os principais fornecedores. E isso retardou a retomada da produção.

Foi preciso o surgimento de outra doença – a Peste Suína Africana (PSA) – para que a situação se invertesse. Agora, de forma radical, pois em apenas um ano (2019) a produção de carne de frango da China aumentou perto de 18%, voltando a superar o recorde que permanecia imbatível desde 2015.

Tal desempenho é resultado dos altos investimentos aplicados no setor na tentativa de mitigar a menor disponibilidade interna de carne suína. E faz com que – a despeito de uma vindoura recuperação na produção suinícola – o aumento de produção seja contínuo.

E se, em 2019, o ganho em relação à produção brasileira foi mínimo (diferença inferior a meio por cento), agora tende a ser mais amplo. Os resultados preliminares de 2020 e as projeções para 2021sugerem diferença superior a 5%, índice que tende a avançar nos próximos anos e pode, inclusive, levar a China a superar os EUA, mesmo nas estatísticas do USDA .

Em outras palavras, o posicionamento do Brasil como terceiro maior produtor mundial parece ser definitivo.

Por: AviSite

Fonte: Rondorual

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