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Cerca de três mil bebês são diagnosticados anualmente com mielomeningocele e a cirurgia fetal é um grande avanço no tratamento

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

De acordo com dados da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), a cada ano cerca de três mil bebês são diagnosticados com mielomeningocele. A alteração surge logo no início da gestação e se caracteriza por um defeito congênito no fechamento das estruturas que constituem a coluna vertebral e deixam a medula exposta ao líquido amniótico.

De acordo com o Dr. Eduardo Jucá, neurocirurgião pediátrico integrante da equipe multidisciplinar que atua no Ceará e se dedica à cirurgia fetal, essa malformação, cuja causa exata é desconhecida, ocorre em cerca de um bebê em cada 2.500 gestações. O ultrassom é o exame capaz de determinar, antes do nascimento, em que altura da coluna vertebral está o defeito, o que fornece para os médicos informações importantes para o planejamento do tratamento.

“A cirurgia fetal ou intrauterina é, hoje, o tratamento preferencial para bebês que são identificados com mielomeningocele no pré-natal. Não para todos, pois naturalmente há avaliação das condições da mãe e do feto que podem contraindicar a cirurgia”, destaca o neurocirurgião pediátrico. “Nos casos em que é indicado o procedimento, uma operação no bebê enquanto ainda está no útero, ou seja, antes de nascer, é realizada. Após a correção, o útero é, então, fechado e o bebê continua a crescer e se desenvolver até o nascimento”, acrescenta.

Os benefícios da correção não são apenas a curto prazo, de acordo com o médico Edson Lucena, um dos obstetras da equipe multidisciplinar cearense. O especialista frisa que crianças que são submetidas à cirurgia fetal de mielomeningocele possuem maior probabilidade de andar de forma independente. “Já crianças que não se submetem à intervenção fetal têm mais chances de apresentar fraqueza nos pés ou nas pernas, e maior risco de desenvolver hidrocefalia. No entanto, não é possível prever antes do nascimento exatamente quão graves serão esses problemas”, ressalta.

Equipe multidisciplinar

Em Fortaleza, uma equipe multidisciplinar de médicos e cirurgiões oferece a possibilidade de intervir para aliviar afecções ainda durante a gravidez, por meio de cirurgia intrauterina, também chamada de cirurgia fetal. Os médicos Edson Lucena e Herlânio Costa, obstetras e especialistas em Medicina Fetal, Aldo Melo, cirurgião pediátrico, e Eduardo Jucá, neurocirurgião pediátrico, trabalham de forma multidisciplinar desde o diagnóstico da doença, analisando, de forma combinada, a condição da mãe e do bebê para avaliar a necessidade de intervenção cirúrgica ou não. A equipe ainda é apoiada pelos anestesiologistas Fernando Castro e Péricles Lucena e pela obstetra Denise Cordeiro. A cirurgia fetal, que começou seu desenvolvimento nos Estados Unidos na década de 1990, foi realizada pela primeira vez no Brasil em 2004, em São Paulo. No Ceará, o serviço já é uma realidade. Para mais informações acesse cirurgiamaternofetal.com.br.

fonte assessoria 

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Caminhoneiros organizam paralisação a partir de 1º de fevereiro

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O Conselho Nacional de Transportes Rodoviários de Cargas (CNTRC) marcou para o dia 1º de fevereiro uma nova paralisação dos caminhoneiros em todo o país. A greve foi aprovada após convenção realizada pela categoria em dezembro do ano passado.

A entidade afirma que a manifestação foi causada pelos reajustes no valor do diesel pela Petrobras . Eles ainda reivindicam a instituição do preço mínimo de frete para todas as classes e a aprovação da Lei BR do Mar , que estabelece a cabotagem no ramo de transportes.

A CNTRC prevê que 40 mil caminhoneiros participem da paralisação. Outras lideranças da categoria ainda não se manifestaram sobre o tema.

Ao Portal iG , o Sindicato dos Transportes Rodoviários Autônomos de Bens do Estado de São Paulo (SINDICAM) informou que não participará da greve.

Em maio de 2018, a categoria realizou uma paralisação de 9 dias, que provocou um caos na economia do país. Na época, os caminhoneiros reivindicavam a isenção de pedágio para eixos suspensos, a criação de um marco regulatório para a profissão e o fim dos ajustes diários no preço do diesel.

Desde março de 2019, a Petrobras reajusta o valor do combustível nas refinarias a cada 15 dias, entretanto, a medida é considerada abusiva pelas entidades de classe.

Por Brasil Econômico

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Fatura de energia passa para boleto bancário em Rondônia

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Novo formato amplia locais de pagamento com a inclusão de todas as redes bancárias

A partir desta semana, as faturas de energia em Rondônia trazem uma novidade, o boleto bancário. O novo formato torna o processo de pagamento ainda mais fácil, rápido e seguro para os mais de 650 mil clientes da concessionária no estado.

O município de Cerejeiras foi escolhido para sediar o período piloto do projeto que agora chega às outras que vão ter o benefício, conforme explica o gerente de Serviços Comerciais da Energisa, Fernando Tupan. “Com o boleto, o cliente faz o pagamento em qualquer agência bancária, lotérica, correspondente bancário e meios eletrônicos. Essa é mais uma praticidade para o dia a dia do nosso cliente”, comenta.

Utilizando o boleto, o cliente poderá pagar mesmo após o vencimento, pois os encargos por atraso serão feitos apenas no ciclo seguinte. Além de tornar mais rápida as transações entre cliente e distribuidora. “Outra vantagem é que o cliente não corre o risco de pagar a conta com duplicidade, pois após o documento é bloqueado pelo sistema bancário após a quitação”, explicou o gerente.

Para identificar se o boleto é realmente da Energisa, o cliente deve observar se consta o nome do banco emissor, o número da sua Unidade Consumidora (UC), anos e mês da fatura, e a sequência iniciando com 00190. “Estamos à disposição para esclarecer as dúvidas e prestar outras orientações por meio dos nossos canais de atendimento”, concluiu.

Serviço:
Aplicativo Energisa On – disponível gratuitamente para aparelhos IOS e Android
Whatsapp GISA – (69) 9358-9673
Agência Virtual www.energisajuntos.com.br
Call center: 0800 647 0120

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