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Agronegócio

67% dos municípios de Rondônia já cultivam soja, revela IBGE

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Soja já está presente em mais da metade dos municípios de Rondônia — Foto: Jaelson Lucas/AEN

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (1°) revelou que 67% dos municípios de Rondônia cultivaram soja na safra 2019/2020. Isso corresponde a 35 das 52 cidades, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Somente no ano passado foram plantados 344 mil hectares de sojicultura no estado, o que gerou uma produção de 1,19 milhão de toneladas (um aumento de 18% em relação a 2018).

Apesar de Vilhena ser chamada por muitas pessoas como a “capital da soja”, Corumbiara foi o município que mais colheu soja no ano de 2019, segundo a pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM).

Veja o top 3 da produção de sojicultura:

  1. Corumbiara – 147 mil toneladas
  2. Vilhena – 142 mil toneladas
  3. Pimenteiras do Oeste – 133 mil toneladas

MILHO

A pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) também divulgou a produção de milho na última safra em Rondônia. A cultivar cresceu 27,6% entre 2015 e 2019 no estado, segundo o IBGE, ultrapassando um milhão de toneladas.

A área plantada subiu de 175 mil hectares para 225 mil hectares no período avaliado.

Veja os municípios que mais produziram milho:

  • Vilhena – 214 mil toneladas
  • Cerejeiras – 144 mil toneladas
  • Corumbiara – 120 mil toneladas

Fonte: G1/RO

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Agronegócio

Gov discute criação do Programa de Comercialização e Incentivo a Melhoria do Café de Rondônia

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A separação dos grãos de café defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos em Rondônia

Com o intuito de fortalecer e valorizar a produção dos produtores de café, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), estabeleceu em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Ministério da Agricultura (Mapa) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a criação do Programa Rondoniense de Comercialização e Incentivo a Melhoria da Qualidade do Café, que financiará com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), a estocagem de cafés de produtores do Estado de Rondônia. A primeira reunião do grupo foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reunião da Seagri.

A cafeicultura no Estado de Rondônia tem avançado significadamente nos últimos anos em sustentabilidade e qualidade, isso se deve principalmente a adoção de boas práticas de manejo durante as fases de colheita e pós- colheita pelos cafeicultores. Colher o fruto maduro, fazer a separação dos grãos defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos no Estado.

Conforme disse o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a taxa de administração do programa será custeada pelo Fundo Estadual de Desenvolvimento e Fortalecimento da Agricultura Familiar (Fedaf), ou seja, o programa oferecerá juro zero aos cafeicultores. “Essa é uma determinação do governador, coronel Marcos Rocha e do vice-governador, José Jodan, que visa disponibilizar linhas de créditos diferenciadas a custo zero para que o produtor que trabalha com a produção de café possa ter a oportunidade de esperar o melhor momento para vender o seu café, com um preço diferenciado, agregando ao preço de mercado, de qualidade. Em breve o Governo vai lançar este programa para os cafeicultores, para atendê-los já na próxima safra, até o final de março de 2021 deve estar operando”, explicou.

 

A primeira reunião do grupo foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reunião da Seagri

O Programa visa a utilização de recursos do Funcafé para incentivar a melhoria da qualidade do café de Rondônia, e que dê condição ao produtor rural de depositar seu café em um armazém credenciado para que possa esperar o melhor momento para efetuar a comercialização.

De acordo com o superintendente do Mapa em Rondônia, Valterlins Calaça, o programa vai valorizar os cafés de qualidade produzidos no estado, além de possibilitar o alcance do mercado nacional e internacional. “O programa vai dar garantia para o produtor de que ele vai poder armazenar e vender seu produto em um melhor momento, e não fazer a venda antecipada. Para que este projeto siga em frente, o Mapa vai certificar os armazéns que estiverem aptos a receber e armazenar os grãos de café, para ser comercializado no futuro”, explicou.

Segundo Anderson Gomes, superintendente da Conab em Rondônia, a Conab será responsável pelo credenciamento dos armazéns. “Para ser credenciado precisa ter uma certificação do Mapa e toda a documentação necessária deve estar regulada. Com isso, o produtor terá a garantia de receber um adiantamento do produto armazenado e depois, em um momento oportuno, quando entra no período da entressafra, ele poderá vender o café por um preço melhor. Quando a oferta do produto está baixa, a tendência é que a procura e o preço seja maior do que na época da safra”, destacou.

Para o presidente da Emater, o programa será uma forma de estimular os cafeicultores a produzir café de qualidade. “O Concafé, o maior evento de café robusta do Brasil, realizado no Estado, visa a produção de qualidade e sustentabilidade e baseado nisso, o governador Marcos Rocha, e o vice-governador José Jodan buscou junto ao Funcafé, recursos para que a gente estimule os produtores a produzir café de qualidade. Além da orientação, também teremos um grupo que fará junto a Idaron a auditoria desses cafés, certificando que o café tenha realmente qualidade para que o produtor possa junto ao agente financeiro pegar esse recurso do preço mínimo”, disse.

A fiscal estadual da Idaron, Raquel Barbosa, frisou que a Idaron tem uma participação específica em relação a indicação dos cafés que serão armazenados, pois precisam ter critérios de qualidade física, que será feito por uma equipe da Agência Agrossilvopastoril. “As amostras serão separadas, e o classificador dará os pontos em relação aos defeitos, umidade, peneira e depois será avaliado. Os produtores entregam as amostras, a Idaron classifica e emite o laudo de garantia de qualidade do café. Essa garantia é que vai estabelecer o valor do café a ser comercializado”, relatou.

O engenheiro agrônomo da Seagri, Janderson Dalazen que é Q Robusta Grader, destacou que o intuito é atender o maior número de cafeicultores que produzem café de qualidade. O requisito mínimo é que o café seja do tipo 6 para melhor, seguindo a Classificação Oficial Brasileira – COB. “Para chegarem a esse tipo de café os cafeicultores serão estimulados a colherem seus cafés maduros e melhorarem as práticas de pós colheitas, isso por si só já será um grande benefício para a cafeicultura de rondoniense, pois quanto mais maduro e melhor a práticas de colheita e pós colheita, melhor o rendimento e a qualidade do café”, enfatizou.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Weyne Sharp e Edcarlos Carvalho
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

Atenção Santa Luzia chegou no Pet Shop Oliveira uma super novidade em ração para seu animal de estimação.

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Agronegócio

Perfil do solo e tecnologia são decisivos para a cultura do algodão

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O algodão necessita de solos de média a alta fertilidade por se tratar de uma cultura de alta exigência nutricional. De acordo com Samuel Guerreiro, diretor técnico da BRANDT, uma das maiores fornecedoras de fertilizantes foliares especiais do mundo, o solo é o principal pilar para se obter alta produtividade. “Primeiramente, é preciso que o solo esteja corrigido sem impedimentos físicos e/ou químicos para que as raízes possam se desenvolver livremente em busca de água e nutrientes, além de formar protocooperações com a microbiota do solo. Para isso, precisamos trabalhar o que chamamos de perfil de solo, que nada mais é que essa correção do solo até maiores profundidades e não apenas nos primeiros 20 e 30 cm”, explica o especialista da BRANDT.

Por outro lado, em um ano atípico por causa da pandemia do novo coronavírus, a redução do consumo tem pressionado os preços para baixo, fazendo com que os produtores tenham de aumentar a produção com menos investimentos. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a produção da pluma está estimada em 2,88 milhões de toneladas na safra 2019/20, com alta de 3,6% em comparação com o mesmo período da temporada passada. A área teve crescimento de 3,3%, para 1,67 milhão de hectares, já a produtividade média deve apresentar leve aumento de 0,3%. O clima e a tecnologia ajudam a manter o nível de produtividade. A produção da pluma está estimada em 563 mil toneladas: queda de 5,7%.

“Os produtores precisam fazer os investimentos corretos que proporcionam produtividade e qualidade. Para isso, o manejo de problemas fitossanitários deve ser feito no timing correto e com a máxima performance, ou seja, eliminado qualquer influência que possa reduzir sua eficiência, como perdas durante a aplicação (deriva, reação de tanque indesejada, espuma, má cobertura foliar, não atingimento do alvo, etc), além de investir de forma correta na nutrição de plantas, focando em produtos modernos, que realmente suprem as demandas das plantas, tanto via solo quanto via foliar”, ressalta Samuel Guerreiro.

A BRANDT oferece soluções que ajudam na eliminação das possíveis perdas durante o processo de pulverização do algodão, também otimizando a aplicação dos defensivos agrícolas por meio da tecnologia presente na linha Action. A empresa apresenta, também, as tecnologias Smart System e Manni-Plex, que atuam diretamente na fisiologia vegetal, entregando os nutrientes essenciais para cada fase, fazendo com que a planta transloque-os para os pontos de maior demanda, via xilema e floema. Maximizando os recursos e entregando maior produtividade, tecnologias comprovadas pelos campeões mundiais de produtividade de soja e milho, e agora surpreendendo os produtores de algodão.

Sobre a BRANDT

A BRANDT é uma empresa norte-americana fundada em 1953 por Glen Brandt e sua irmã Evelyn Brandt Thomas, atuando na fabricação de insumos para diversas culturas. Especialista em nutrição vegetal, a empresa está presente em mais de 65 países, com tecnologias inovadoras. A companhia está há cinco anos no Brasil, com sede administrativa em Londrina (PR) e fábrica em Olímpia (SP). No Paraná, a empresa está expandindo sua infraestrutura, aumentando massivamente sua capacidade produtiva. As novas instalações, localizadas na cidade de Cambé (PR), região metropolitana de Londrina (PR), estão previstas para serem inauguradas ao final de 2021.

Fonte: Giovanna Borielo

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