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Agronegócio

Pecuarista de Rondônia oferece R$ 10 mil de recompensa para encontrar 100 bezerros

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

As autoridades estão em busca de descobrir que são os responsáveis pelo furto de ao menos 100 cabeças de bezerros, na Fazenda Gralha Azul, na Linha 101, Km-04, em Ji-Paraná (RO).

Conforme informações, o gado pertence ao veterinário Wesley Batista e seu pai. Eles desconfiam que caminhões de grande porte, como carretas boiadeiras, foram usados para o transporte dos bezerros e bezerras, com idades entre 8 e 12 meses. Os animais estão usando as marcas “JB” e “WB”.

 Os proprietários divulgaram que foram levados mais de cem cabeças, entre o gado, estão 25 bezerras das raças Gir e Girolando. Quem furtou cortou o arame liso do curral, dentro da propriedade. Um barracão também foi arrombado, além do gado, do arrombamento e da destruição parcial do curral, levaram também celas para montaria.

Os dois pecuaristas estão oferecendo em torno de R$ 10 mil, de recompensa para quem der informações que levem ao paradeiro do gado.

A Polícia Civil está investigando através do Sevic. O furto foi registrado no mês passado, em 19 de agosto e até esta sexta-feira, não há informações.

A Polícia Militar e todas as delegacias da Polícia Civil nas regiões de Ji-Paraná, nos municípios da região de Ouro Preto do Oeste, e das cidades da região do Vale do Jamari, como Buritis, Monte Negro e Campo Novo, estão em busca de informações.

Fonte: Texto: Jaru Notícia / Fonte: Jaru Online

Fotógrafo: Divulgação/Ilustrativa/Compre Rural

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Agronegócio

Gov discute criação do Programa de Comercialização e Incentivo a Melhoria do Café de Rondônia

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A separação dos grãos de café defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos em Rondônia

Com o intuito de fortalecer e valorizar a produção dos produtores de café, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), estabeleceu em parceria com a Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril (Idaron), Ministério da Agricultura (Mapa) e Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a criação do Programa Rondoniense de Comercialização e Incentivo a Melhoria da Qualidade do Café, que financiará com recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), a estocagem de cafés de produtores do Estado de Rondônia. A primeira reunião do grupo foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reunião da Seagri.

A cafeicultura no Estado de Rondônia tem avançado significadamente nos últimos anos em sustentabilidade e qualidade, isso se deve principalmente a adoção de boas práticas de manejo durante as fases de colheita e pós- colheita pelos cafeicultores. Colher o fruto maduro, fazer a separação dos grãos defeituosos e realizar a secagem em terreiros suspensos ou estufas, têm sido as principais práticas implementadas nos últimos anos no Estado.

Conforme disse o secretário da Seagri, Evandro Padovani, a taxa de administração do programa será custeada pelo Fundo Estadual de Desenvolvimento e Fortalecimento da Agricultura Familiar (Fedaf), ou seja, o programa oferecerá juro zero aos cafeicultores. “Essa é uma determinação do governador, coronel Marcos Rocha e do vice-governador, José Jodan, que visa disponibilizar linhas de créditos diferenciadas a custo zero para que o produtor que trabalha com a produção de café possa ter a oportunidade de esperar o melhor momento para vender o seu café, com um preço diferenciado, agregando ao preço de mercado, de qualidade. Em breve o Governo vai lançar este programa para os cafeicultores, para atendê-los já na próxima safra, até o final de março de 2021 deve estar operando”, explicou.

 

A primeira reunião do grupo foi realizada na segunda-feira (5), na sala de reunião da Seagri

O Programa visa a utilização de recursos do Funcafé para incentivar a melhoria da qualidade do café de Rondônia, e que dê condição ao produtor rural de depositar seu café em um armazém credenciado para que possa esperar o melhor momento para efetuar a comercialização.

De acordo com o superintendente do Mapa em Rondônia, Valterlins Calaça, o programa vai valorizar os cafés de qualidade produzidos no estado, além de possibilitar o alcance do mercado nacional e internacional. “O programa vai dar garantia para o produtor de que ele vai poder armazenar e vender seu produto em um melhor momento, e não fazer a venda antecipada. Para que este projeto siga em frente, o Mapa vai certificar os armazéns que estiverem aptos a receber e armazenar os grãos de café, para ser comercializado no futuro”, explicou.

Segundo Anderson Gomes, superintendente da Conab em Rondônia, a Conab será responsável pelo credenciamento dos armazéns. “Para ser credenciado precisa ter uma certificação do Mapa e toda a documentação necessária deve estar regulada. Com isso, o produtor terá a garantia de receber um adiantamento do produto armazenado e depois, em um momento oportuno, quando entra no período da entressafra, ele poderá vender o café por um preço melhor. Quando a oferta do produto está baixa, a tendência é que a procura e o preço seja maior do que na época da safra”, destacou.

Para o presidente da Emater, o programa será uma forma de estimular os cafeicultores a produzir café de qualidade. “O Concafé, o maior evento de café robusta do Brasil, realizado no Estado, visa a produção de qualidade e sustentabilidade e baseado nisso, o governador Marcos Rocha, e o vice-governador José Jodan buscou junto ao Funcafé, recursos para que a gente estimule os produtores a produzir café de qualidade. Além da orientação, também teremos um grupo que fará junto a Idaron a auditoria desses cafés, certificando que o café tenha realmente qualidade para que o produtor possa junto ao agente financeiro pegar esse recurso do preço mínimo”, disse.

A fiscal estadual da Idaron, Raquel Barbosa, frisou que a Idaron tem uma participação específica em relação a indicação dos cafés que serão armazenados, pois precisam ter critérios de qualidade física, que será feito por uma equipe da Agência Agrossilvopastoril. “As amostras serão separadas, e o classificador dará os pontos em relação aos defeitos, umidade, peneira e depois será avaliado. Os produtores entregam as amostras, a Idaron classifica e emite o laudo de garantia de qualidade do café. Essa garantia é que vai estabelecer o valor do café a ser comercializado”, relatou.

O engenheiro agrônomo da Seagri, Janderson Dalazen que é Q Robusta Grader, destacou que o intuito é atender o maior número de cafeicultores que produzem café de qualidade. O requisito mínimo é que o café seja do tipo 6 para melhor, seguindo a Classificação Oficial Brasileira – COB. “Para chegarem a esse tipo de café os cafeicultores serão estimulados a colherem seus cafés maduros e melhorarem as práticas de pós colheitas, isso por si só já será um grande benefício para a cafeicultura de rondoniense, pois quanto mais maduro e melhor a práticas de colheita e pós colheita, melhor o rendimento e a qualidade do café”, enfatizou.


Fonte
Texto: Sara Cicera
Fotos: Weyne Sharp e Edcarlos Carvalho
Secom – Governo de Rondônia

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Agronegócio

67% dos municípios de Rondônia já cultivam soja, revela IBGE

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Soja já está presente em mais da metade dos municípios de Rondônia — Foto: Jaelson Lucas/AEN

Uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (1°) revelou que 67% dos municípios de Rondônia cultivaram soja na safra 2019/2020. Isso corresponde a 35 das 52 cidades, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Somente no ano passado foram plantados 344 mil hectares de sojicultura no estado, o que gerou uma produção de 1,19 milhão de toneladas (um aumento de 18% em relação a 2018).

Apesar de Vilhena ser chamada por muitas pessoas como a “capital da soja”, Corumbiara foi o município que mais colheu soja no ano de 2019, segundo a pesquisa Produção Agrícola Municipal (PAM).

Veja o top 3 da produção de sojicultura:

  1. Corumbiara – 147 mil toneladas
  2. Vilhena – 142 mil toneladas
  3. Pimenteiras do Oeste – 133 mil toneladas

MILHO

A pesquisa de Produção Agrícola Municipal (PAM) também divulgou a produção de milho na última safra em Rondônia. A cultivar cresceu 27,6% entre 2015 e 2019 no estado, segundo o IBGE, ultrapassando um milhão de toneladas.

A área plantada subiu de 175 mil hectares para 225 mil hectares no período avaliado.

Veja os municípios que mais produziram milho:

  • Vilhena – 214 mil toneladas
  • Cerejeiras – 144 mil toneladas
  • Corumbiara – 120 mil toneladas

Fonte: G1/RO

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Agronegócio

Atenção Santa Luzia chegou no Pet Shop Oliveira uma super novidade em ração para seu animal de estimação.

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