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Em 24h, Bahia registra dois tremores de terra de magnitude 4,6 e 2,7 neste domingo; veja vídeos

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

O primeiro tremor foi registrados às 7h45 e o segundo, um pouco mais brando, por volta das 8h20

Um terremoto de magnitude 4,6 foi registrado na Bahia, na região das cidades de Mutuípe, que fica no Vale do Jiquiriçá, e Amargosa, no Recôncavo Baiano, na manhã deste domingo (30), segundo cálculos do Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Moradores de várias cidades do estado, como Castro Alves, São Miguel das Matas e Santo Antônio de Jesus, também no Recôncavo, relataram o impacto do terremoto. Em Salvador, os tremores também foram sentidos. Não há registro de feridos.

Agora à noite, um segundo terremoto de magnitude 2,7 foi registrado na Bahia, na cidade de Amargosa, que fica no Recôncavo Baiano, segundo registros da UFRN.

“A gente fez uma análise preliminar e esse evento maior foi registrado pela rede mundial, foi de magnitude 4,6, a 6 km a sul para sudoeste de Mutuípe e em Amargosa. Salvador fica a pouco menos de 100 km de Mutuípe e, com essa magnitude, ele certamente foi sentido em Salvador.”, detalhou Aderson Nascimento, coordenador do Laboratório de Sismologia da UFRN.

Em 24h, Bahia registra dois tremores de terra de magnitude 4,6 e 2,7 neste domingo; veja vídeos
Foto: Reprodução/Apolo11

 

O geólogo Eduardo Menezes, que também é do Laboratório de Sismologia da UFRN, explicou que os tremores são causados por pressões nas falhas geológicas.

“Esses tremores ocorrem, não só na Bahia, como em outras partes do Brasil, principalmente no Nordeste, onde a gente tem a maior concentração de áreas sismicamente ativadas. Esses tremores ocorrem por falhas geológicas, por pressões que atuam sobre as rochas no subsolo e geram esses tremores que são sentidos na superfície. Quando ele ocorre próximo a áreas urbanas, a repercussão é muito maior do que quando ocorre em áreas remotas, a exemplo dos tremores que ocorrem no Amazonas. Lá, além da profundidade ser muito grande, não existe população com densidade a exemplo de Salvador, na Bahia, ou Pernambuco, ou Rio Grande do Norte ou Ceará. Então esses tremores são exatamente originados através desses movimentos que existem dessas falhas, que geram esses tremores, que são sentidos pela população”, detalhou.

O segundo terremoto deste domingo teve baixa magnitude e foi sentido apenas em Amargosa/BA e nas cidades próximas.

“A gente registrou um de magnitude 2.7, na região de Amargosa. Aconteceu às 18h11. É uma magnitude mais baixo do que a de mais cedo, em Mutuípe, mas o pessoal que está na cidade ou perto, devem ter sentido bem e obviamente quando você já está assustado com a situação de hoje de manhã, você fica psicologicamente abalado”, explicou.

 

Fonte: G1 BA – Em Geral

 

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Marido é surrado por populares após atacar esposa de 14 anos

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Ilustração – Internet

Um grupo de populares espancou com socos, chutes e pauladas um homem de 22 anos acusado de agredir a esposa de apenas 14 anos em uma residência no distrito de Abunã, em Porto Velho (RO) na noite de quinta-feira (15).

O acusado ainda agrediu o sogro. Segundo o Rondoniaovivo, a família da adolescente estava voltando da igreja, quando foi informada de que ela estaria em casa sendo agredida pelo marido.

Todos foram até a residência e ainda flagraram o acusado agredindo a adolescente com socos. O padrasto dela foi intervir, mas também foi agredido e jogado ao chão pelo acusado.

Nisso, um grupo de populares revoltados pegou o acusado e passou a espancá-lo. Ele ficou bastante lesionado na cabeça e foi socorrido ao posto de saúde do distrito em uma viatura da Polícia Militar.

Após ser medicado, o agressor foi apresentado na Central de Flagrantes em Porto Velho. Segundo a polícia, o acusado tem um relacionamento com a vítima desde que ela tinha 12 anos e possui um filho de um ano com a adolescente.

Fonte: Rondoniaovivo

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Governo distribui 11.990 doses de vacinas contra a gripe; Ji-Paraná registrou nove notificações de H1N1 em 2020

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Também conhecida como gripe Suína, a doença surgiu em 2009

O Governo de Rondônia, por meio Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa), entregou 11.990 doses do imunizante para os 15 municípios da região Central. Ji-Paraná recebeu 5.260 doses; dessas, 1.430 são destinadas à vacinação da população indígena. O imunizante deve ser aplicado imediatamente, até o dia 10 de maio, em quatro grupos prioritários, que são: crianças com idades de seis meses até cinco anos, 11 meses e 29 dias; gestantes puérperas, trabalhadores da área de saúde e indígenas.

A partir de 11 de maio até 8 de junho, os idosos com idade a partir de 60 anos e os professores entram na lista de prioritários a se vacinarem contra H1N1. As datas de imunização para outros grupos serão divulgadas futuramente. A vacina protege contra três tipos de vírus: o Influenza A (H1N1 e H3N2) e o Influenza B.

Apesar do baixo número notificado pela Vigilância Epidemiológica em Ji-Paraná, nove casos durante todo o Exercício de 2020, a vacina contra a Influenza A já está disponível para a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). A campanha vacinatória deve iniciar ainda em abril sob a responsabilidade do setor de imunização da prefeitura.

NOTIFICAÇÕES

Os registros eletrônicos de notificações dos nove casos para Influenza A de Ji-Paraná em 2020 revelam que seis deles testaram negativo para covid-19. A testagem é um protocolo adotado no início da pandemia para a certificação se a pessoa contraiu Influenza A e covid-19 ao mesmo tempo.

“O exame RT-PCR é o mais recomendado pelo Ministério da Saúde para detecção do novo coronavírus. Devido ao início da pandemia, nos casos de pacientes portadores do vírus H1N1 estão sendo realizados esse outro exame”, explica a diretora de epidemiologia da 1ª Gerência Regional de Saúde (1ª GRS de Ji-Paraná), Suzemar Ferreira.

O RT-PCR é um exame considerado ideal para o diagnóstico para covid-19. O exame tem alto índice de acerto ao diferenciar um paciente infectado do não-infectado.

Fonte
Texto: Paulo Sérgio
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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Média de idade das pessoas que vêm a óbito por covid-19 diminui; adultos jovens são o novo alvo da doença

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Em Rondônia, desde o início da pandemia, morreram 546 pessoas com menos de 44 anos

O percentual de pessoas jovens e adultas abaixo de 60 anos que morrem de covid-19 cresceu consideravelmente em março, o pior da pandemia até agora no Brasil. Naquele mês aumentou 35% comparando-se ao ano passado o percentual de pessoas que morreram sem alcançar os 60 anos. Em Rondônia, desde o início da pandemia, morreram 546 pessoas com menos de 45 anos.

“De um ano para cá, a média de idade diminui, e isso representa duas vezes mais novos óbitos”, alertou o estrategista de dados da Casa Civil do Governo de Rondônia e integrante do Comitê Técnico Científico de Enfrentamento à covid-19, Caio Nemeth.

Em 2020, os óbitos entre a faixa etária até 59 anos representavam 22,9% do total pela covid-19. Em março deste ano, passaram a representar 31% do total. A tendência é de alta, o que deve se ampliar com o avanço da vacinação entre os idosos. O robô no qual analisa dados de Rondônia desfaz dúvidas e revela a Nemeth prontidão para o perigo maior causado pela multiplicação de cepas.

“Apesar da média de idade de falecidos 65,5 anos (no começo da pandemia) parecer próxima a 62,6, constatamos uma diminuição muito grande na média de idade das pessoas que vêm a óbito, ou seja, morreram mais jovens do que no início da pandemia”, disse.

Mesmo acreditando que a vacinação em massa seja a única saída, Nemeth chama a atenção para um aspecto: “Uma parte da população se imuniza, outra não segue em isolamento e assim corremos o risco do surgimento de novas cepas resistentes à própria vacina”. Segundo ele, rompendo a barreira, o vírus se mistura ao DNA da pessoa, criando outra cepa.

Gráfico aponta aumento de mortes diárias de pessoas jovens

O estrategista de dados diz que o ocorrido em Manaus no ano passado não foi apenas consequência da evolução viral, mas da gravidade causada por aglomerações. Nemeth voltou a comentar o exemplo do rapaz que se deu por satisfeito com a avó vacinada. “Esse raciocínio deve ser evitado pelas camadas mais jovens, sob pena de transmitirem o vírus ; os jovens se acham seguros de não perderem avós, mas vêm tomando atitudes que podem levá-los à perda dos próprios pais”.

Conforme o Sistema Único de Saúde (SUS), 64,61% do total de óbitos (4.419) são de pessoas que não tiveram qualquer comorbidade (diabetes, doenças cardíacas e imunossupressão). Destas, 38,61% (1.706) são homens e 26,0% mulheres (1.149). Morreram sem comorbidade alguma, 2.855 pessoas.

A exemplo da Agevisa e da Sesau, o Comitê de Enfrentamento observa atentamente situações descritas pela Organização Mundial de Saúde (OMS), como, por exemplo, os assintomáticos, que transmitiriam menos do que uma pessoa que tosse. No entanto, constatou-se, todas as pessoas que manifestam os sintomas, transmitem muito antes disso, na fase pré-sintomática. Três dias antes de ter qualquer sintoma, os pré-sintomáticos começam a transmitir o vírus. Daí, as orientações gerais para o uso constante de máscara facial e evitar aglomerações.

MÉDIA DE IDADE E Nº DE ÓBITOS
2020
ABRIL65,5 ANOS 39
MAIO63,2 301
JUNHO64,8

(PICO DA 1ª ONDA)

430 
JULHO64,6 320
AGOSTO65,2 255
SETEMBRO68,3 153
OUTUBRO(A MAIS BAIXA)

59,3

85
NOVEMBRO66,2 161
DEZEMBRO66,5 290
2021
JANEIRO65,4 596
FEVEREIRO62,8 748
MARÇO62,6 986

Fonte
Texto: Montezuma Cruz
Fotos: Frank Nery e eSUS
Secom – Governo de Rondônia

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