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Rolim de Moura e outros 18 municípios são classificados na fase 2 do plano ‘Todos por Rondônia’

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

A partir desta quarta-feira, dia 29, Rolim de Moura – RO e mais dezoito municípios devem mudar de fase no plano de ação de combate à Covid-19 “Todos por Rondônia”, que determina as normas de distanciamento social e abertura do comércio nas cidades do estado.

A mudança foi anunciada em uma portaria publicada na terça-feira (28), porém desses municípios, 12 regrediram à fase 2 e seis conseguiram progredir para a etapa 3. Os demais municípios não passaram por alteração.

O distanciamento social seletivo, permite uma abertura parcial do comércio, enquanto as outras 33 cidades foram enquadradas na fase 3, chamada de “Abertura Comercial Seletiva”. No documento não consta nenhuma cidade nas fases 1 e 4 do plano de ação.

Para a classificação nas quatro fases são considerados: a taxa de crescimento de casos ativos da Covid-19; a taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da macrorregião a qual o município pertence ou da própria cidade, caso tenha leitos próprios; e o número de casos diagnosticados nos últimos 7 dias.

Veja em qual fase cada município está enquadrado a partir de 29 de julho

Fase 1 Fase 2 Fase 3 Fase 4
Porto Velho Guajará-Mirim
Ariquemes Buritis
Jaru Candeias do Jamari
Machadinho D’Oeste Campo Novo de Rondônia
Nova Mamoré Vale do Anari
Cujubim Itapuã do Oeste
Alto Paraíso Theobroma
Monte Negro Governador Jorge Teixeira
Vilhena Cacaulândia
Cacoal Rio Crespo
Rolim de Moura Ji-Paraná
Pimenta Bueno Espigão D’Oeste
Ouro Preto do Oeste São Miguel do Guaporé
Alta Floresta D’Oeste São Francisco do Guaporé
Nova Brasilândia D’Oeste Cerejeiras
Presidente Médici Colorado do Oeste
Costa Marques Alvorada D’Oeste
Chupinguaia Alto Alegre dos Parecis
Santa Luzia D’Oeste Seringueiras
Urupá
Mirante da Serra
Ministro Andreazza
Novo Horizonte do Oeste
Corumbirada
Nova União
Vale do Paraíso
Parecis
Cabixi
São Felipe D’Oeste
Teixeirópolis
Castanheiras
Primavera de Rondônia
Pimenteiras do Oeste

O que abre e fecha em cada fase?

Fase 1 – Distanciamento social ampliado

Podem abrir os seguintes serviços:

  • açougues, panificadoras, supermercados e lojas de produtos naturais;
  • atacadistas e distribuidoras;
  • serviços funerários;
  • hospitais, clínicas de saúde, clínicas odontológicas, laboratórios de análises clínicas e farmácias;
  • consultórios veterinários e pet shops;
  • postos de combustíveis, borracharias e lava-jatos;
  • oficinas mecânicas, autopeças e serviços de manutenção em geral;
  • serviços bancários, contábeis, lotéricas e cartórios;
  • restaurantes e lanchonetes localizadas em rodovias;
  • restaurantes e lanchonetes em geral, para retirada (drive-thru e take away) ou entrega em domicílio (delivery);
  • lojas de materiais de construção, obras e serviços de engenharia;
  • lojas de tecidos, armarinhos e aviamento;
  • distribuidores e comércios de insumos na área da saúde, de aparelhos auditivos e óticas;
  • hotéis e hospedarias;
  • segurança privada e de valores, transportes, logística e indústrias;
  • comércio de produtos agropecuários e atividades agropecuárias;
  • lavanderias, controle de pragas e sanitização; e
  • outras atividades varejistas com sistema de retirada ( drive-thru e take away) e entrega em domicílio (delivery).

Fase 2 – Distanciamento social seletivo

Além dos citados na primeira fase, podem abrir:

  • corretoras de imóveis e de seguros;
  • concessionárias e vistorias veiculares;
  • restaurantes, lanchonetes, sorveterias e afins para consumo no local;
  • academias de esportes de todas as modalidades;
  • shopping centers e galerias;
  • livrarias e papelarias;
  • lojas de confecções e sapatarias;
  • lojas de eletrodomésticos, móveis e utensílios;
  • lojas de equipamentos de informática e de instrumentos musicais;
  • relojoarias, acessórios pessoais e afins;
  • lojas de máquinas e implementos agrícolas;
  • centro de formação de condutores e despachantes;
  • salões de beleza e barbearias; e
  • atividades religiosas presenciais.

Fase 3 – Abertura comercial seletiva

A terceira fase NÃO PERMITE abertura das seguintes atividades:

  • casas de show, bares e boates;
  • eventos com mais de 10 pessoas;
  • cinemas e teatros;
  • balneários e clubes recreativos;
  • cursos e afins para pessoas com menos de 18 (dezoito) anos, cursos profissionalizantes e capacitações em instituições públicas;

Fase 4 – Abertura comercial ampliada com prevenção contínua

Segundo o Governo do Estado, nessa etapa haverá reabertura total com os critérios de proteção à saúde coletiva, enquanto houver circulação do vírus sem medida de proteção efetiva (vacina).

Confira na tabela abaixo:

 Fonte: Rolim Notícias

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Santa Luzia segundo o boletim tem 92 pessoas infectada pelo coronavírus

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Santa Luzia segundo o boletim 92 pessoas infectada pelo coronavírus e 96 em monitoramento domiciliar.

 

 

 

 

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Policial

Problema de oxigênio no Amazonas está equacionado, diz Pazuello

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Marinha entrega em Manaus respiradores produzidos em parceria com a USP

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, declarou em entrevista coletiva hoje (18) que o problema de abastecimento no estado do Amazonas está “equalizado”. Ele e o governador do estado, Wilson Lima, falaram sobre o plano de ações para enfrentar o colapso no sistema de saúde local, especialmente na capital Manaus.

O plano foi elaborado em resposta a uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandovski na sexta-feira (15). A partir de um pedido do PC do B e do PT, o magistrado estabeleceu que o governo federal teria até 48h para apresentar o plano e fornecer oxigênio e insumos ao estado.

Pazuello informou que o plano foi submetido ao STF ontem (17) e que será disponibilizado na página do Ministério da Saúde. Apesar de afirmar que o abastecimento de oxigênio estaria normalizado, o titular do Ministério admitiu a situação grave do estado. “Toda a logística está impactada, não é só oxigênio. Equipes de saúde estão no seu limite. Hospitais estão no seu limite. Médicos estão no seu limite”, destacou.

O governador do Amazonas reforçou que o abastecimento de oxigênio foi “equilibrado”, mas acrescentou que o cenário pode piorar. Isso porque o mês de fevereiro é tradicionalmente quando há mais casos de síndromes gripais graves, tendo um clima e ambiente propícios para a disseminação de vírus gripais.

“Temos preocupação para o mês de fevereiro. Ele historicamente é onde há maior quantidade de casos de SRAG [Síndrome Respiratória Aguda Grave]. Estamos nos preparando para a situação. Estamos trabalhando para ampliação de leitos. Uma enfermaria foi montada no estacionamento do hospital Delphina Aziz. Ainda temos fila significativa de pessoas que esperam atendimento”, contou Lima.

Crise

Tanto Lima quanto Pazuello buscaram explicar como a situação saiu do controle e as ações adotadas. Segundo o governador, no auge do primeiro pico da pandemia, entre abril e maio, o consumo de oxigênio chegou ao máximo de 30 mil metros cúbicos (m3). Já neste novo pico, entre dezembro e janeiro, o consumo médio saiu de 15 mil m³ para 75 mil m³.

Lima colocou que houve ampliação dos leitos na cidade, com 700 unidades criadas nos últimos dois meses. Agora, para além de Manaus está havendo uma preocupação com o interior, onde o sistema de saúde é menos estruturado.

O ministro da Saúde disse que a equipe da pasta tomou conhecimento do desabastecimento no dia 8 de janeiro. Ele negou a informação publicada na imprensa de que um ofício da Advocacia-Geral da União (AGU) ao STF revelaria que o órgão já tinha ciência da situação antes.

“Quando chegamos [a Manaus] no dia 4 [de janeiro] o problema era estrutura de leito. Não havia a menor indicação de falta de oxigênio. A quantidade de oxigênio que a White Martins fabrica por dias é de 28 mil m³ e o consumo era de 17 mil m³. A White Martins tinha flexibilidade de trazer quase o dobro. A elevação foi muito rápida. Tomamos conhecimento de que a White Martins chegou no limite quando ela nos informou”, comentou.

Pazuello elencou as medidas adotadas pelo governo. Até o momento foram removidos 90 pacientes para hospitais federais. Foram levadas “toneladas de equipamentos e insumos” ao estado e transportados “centenas de cilindros” em aviões cargueiros civis e militares. Um navio cargueiro da Marinha está em deslocamento para Manaus com 40 mil m³ de oxigênio.

Ele destacou os leitos habilitados (quando o ministério passa a custear parte das despesas), mas não detalhou o número. Um hospital de campanha militar foi deslocado para Manaus. Sobre o apoio com pessoal, o titular do Ministério da Saúde relatou ter selecionado e capacitado oito mil profissionais de saúde, tendo 300 já sido contratados.

O governo brasileiro está em diálogo com o governo dos Estados Unidos para conseguir o apoio de um avião que auxilie no transporte dos cilindros. Mas, conforme o ministro, ainda não há data para que a aeronave comece a operar.

Outras cidades

Pazuello alertou que a crise em curso no Amazonas pode se replicar em outras cidades e estados. Ele destacou o período chuvoso no Norte e em parte do Nordeste neste início do ano como propício para a disseminação do vírus, enquanto no restante do país os períodos mais perigosos podem ser no inverno. Além disso, chamou a atenção para o fato de que a variante do novo coronavírus encontrada na capital amazonense já está em circulação em outros locais do país.

“Isso sim pode se replicar para outras cidades e pode se replicar quando chegarmos mais perto do inverno na região centro-sul. Vamos combater isso com vacina. É por isso que estamos tão ávidos por receber as vacinas, distribuí-las e imunizar a população. Esta é a grande ação efetiva para segurar a pandemia. E manter as estruturas que foram criadas, os leitos que foram criados para a covid-19 ativos nas regiões que poderão sofrer o impacto”, sublinhou.

Edição: Aline Leal

Por Jonas Valente – Repórter Agência Brasil – Brasília

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Rondônia prepara logística para a chegada de mais de 33 mil doses da vacina contra o coronavírus

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As doses da vacina CoronaVac, produzidas em parceria com o Instituto Butantan, atenderão 35% dos profissionais de saúde de Rondônia

O Governo do Estado de Rondônia define a logística para o recebimento das vacinas de imunização contra à Covid-19, previstas para chegar nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (19). Representantes de órgãos do Estado e da esfera Federal se reuniram na manhã desta segunda-feira (18) para discutir o plano logístico visando a distribuição das doses nos 52 municípios. Na ocasião, foi pontuado que as primeiras vacinas irão atender 35% dos profissionais de saúde, dando prioridade, àqueles que atuam na linha de frente no enfrentamento ao coronavírus.

A reunião ocorreu na manhã desta segunda-feira (18)

Rondônia receberá, neste primeiro lote, mais de 33 mil doses da vacina CoronaVac, produzidas pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac. Conforme o Plano Estadual de Operacionalização da Vacinação Contra à Covid-19, a vacina deverá ser aplicada em duas doses com intervalo de 14 dias.

A reunião teve a participação de representantes da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), Agência de Vigilância em Saúde (Agevisa), Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), Corpo de Bombeiros Militar (CBM) e Polícia Militar de Rondônia, bem como  representantes da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Federal, Conselho Nacional de Secretarias Municipais da Saúde (Cosems), Ministério da Saúde (MS), entre outros.

Durante o encontro, foi informado que o carregamento contendo as doses, chegando ao  Aeroporto, a PRF e a Polícia Federal vão fazer a escolta até a central da Rede de Frio, em Porto Velho. A Polícia Rodoviária Federal vai atuar em todas as rodovias e estradas federais para manter a segurança do carregamento. A Polícia Militar também está inserida no planejamento visando garantir a segurança durante a distribuição.

No período da tarde desta segunda-feira, o secretário de saúde, Fernando Máximo, vai se reunir com representantes dos municípios para buscar a melhor forma de entrega, garantindo que as vacinas cheguem em segurança às unidades de vacinação. Já a Agevisa vai fazer o levantamento sobre as quantidades de doses que cada município receberá, ao mesmo tempo, solicitará das prefeituras o levantamento da relação dos profissionais da saúde atuantes na linha de frente que vão receber a imunização.

Outras informações ainda serão definidas no período da tarde desta segunda-feira, junto aos municípios e demais autoridades do Estado. Para saber mais sobre o Plano Estadual de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19, é possível acessá-lo no portal do Governo. Até o momento, não há previsão para o próximo lote, que será deliberado pelo MS.

Fonte
Texto: Emanuelle Pontes
Fotos: Daiane Mendonça e Frank Néry
Secom – Governo de Rondônia

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