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Rolim de Moura, tem 761 casos confinados do Covid – 19

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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Alta Floresta, apesar de subir mais 8 casos nesta quinta-feira cai o numero de covid para 66

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A Secretaria Municipal de Saúde (SEMSAU) divulgou o boletim referente a esta quinta-feira (06), da Covid-19 em Alta FLORESTA D’ Oeste, onde mais 08 casos são confirmados como positivos.

Veja os números:

Notificados até o momento: 1285
Casos confirmados: 365
Casos curados: 296
Casos em tratamento: 66
Suspeitos: 41
Descartados: 879
Suspeitos internados: 02
Confirmados internados: 04
Hospitalar: 01
Em UTI: 03
Óbitos: 03

Fonte: Decom

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Edição 141 – Boletim diário sobre coronavírus em Rondônia

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Dos 42.725 casos de Covid-19 confirmados em Rondônia, 23.185 são em Porto Velho

O Governo de Rondônia, por meio da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa) e a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), divulga os dados referentes ao coronavírus (Covid-19) no Estado.

Na quinta-feira (6) foram consolidados os seguintes resultados para Covid-19 em Rondônia:

 Casos confirmados – 42.725
Pacientes recuperados – 35.490
Casos ativos – 6.312
Óbitos – 923
Pacientes internados na Rede Estadual de Saúde – 249
Pacientes internados na Rede Privada – 84
Pacientes internados na Rede Municipal de Saúde – 49
Total de pacientes internados – 382
Testes Realizados – 132.994
Aguardando resultados do Lacen – 686

No Estado, os números de casos confirmados, recuperados e de óbitos, desde o primeiro registro em 20 de março até hoje (6 de agosto), por Covid-19 são:

TOTAL DE CASOS EM RONDÔNIA – 06/08/2020
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS RECUPERADOS ÓBITOS
Porto Velho 23.185 19.850 572
Ariquemes 3.064 2.536 48
Guajará-Mirim 2.385 2.097 72
Vilhena 1.728 1.234 24
Jaru 1.260 1.028 19
Ji-Paraná 1.245 1.070 22
Cacoal 998 831 17
Candeias do Jamari 981 860 20
Rolim de Moura 919 685 11
São Miguel do Guaporé 779 750 13
Nova Mamoré 605 467 6
Machadinho D’Oeste 503 280 4
Ouro Preto do Oeste 456 258 15
Pimenta Bueno 388 328 7
Alta Floresta D’Oeste 359 239 3
Espigão D’Oeste 330 274 7
Itapuã do Oeste 306 259 4
Buritis 305 251 5
Presidente Médici 231 170 3
Alto Paraíso 196 149 4
Cujubim 192 163 5
Chupinguaia 168 41 1
Nova Brasilândia D’Oeste 139 88 0
Monte Negro 138 102 2
Alto Alegre dos Parecis 124 74 4
Cerejeiras 123 96 5
Pimenteiras do Oeste 121 110 4
São Francisco do Guaporé 102 86 2
Costa Marques 101 80 1
Campo Novo de Rondônia 89 73 4
Colorado do Oeste 89 82 0
Nova União 87 68 1
Vale do Anari 87 69 1
Seringueiras 84 74 0
Theobroma 80 72 0
Santa Luzia D’Oeste 76 66 0
Rio Crespo 72 64 0
Urupá 69 40 1
Alvorada D’Oeste 68 45 3
Mirante da Serra 68 63 2
São Felipe D’Oeste 68 51 1
Vale do Paraíso 56 45 2
Cabixi 55 40 4
Governador Jorge Teixeira 52 51 0
Cacaulândia 50 26 0
Castanheiras 40 22 0
Novo Horizonte do Oeste 34 30 1
Corumbiara 22 14 1
Parecis 13 10 1
Teixeirópolis 13 11 0
Ministro Andreazza 11 7 1
Primavera de Rondônia 11 11 0
Rondônia 42.725 35.490 923

ÚLTIMAS ATUALIZAÇÕES

 

Em Rondônia, nas últimas 24 horas, foram registrados os seguintes resultados para Covid-19:

24 HORAS
MUNICÍPIOS CASOS CONFIRMADOS ÓBITOS
Porto Velho 199 0
Ariquemes 97 3
Guajará-Mirim 35 0
Vilhena 101 0
Jaru 9 0
Ji-Paraná 50 0
Cacoal 33 0
Candeias do Jamari 4 0
Rolim de Moura 23 0
São Miguel do Guaporé 3 0
Nova Mamoré 23 0
Machadinho D’Oeste 26 0
Ouro Preto do Oeste 15 0
Pimenta Bueno 3 0
Alta Floresta D’Oeste 5 0
Espigão D’Oeste 12 0
Itapuã do Oeste 1 0
Buritis 1 0
Presidente Médici 2 0
Alto Paraíso 2 0
Cujubim 9 0
Chupinguaia 0 0
Nova Brasilândia D’Oeste 1 0
Monte Negro 5 0
Alto Alegre dos Parecis 2 0
Cerejeiras 0 0
Pimenteiras do Oeste -1 1
São Francisco do Guaporé 2 0
Costa Marques 2 0
Campo Novo de Rondônia 2 0
Colorado do Oeste 2 0
Nova União 4 0
Vale do Anari 3 0
Seringueiras 0 0
Theobroma 1 0
Santa Luzia D’Oeste 4 0
Rio Crespo 0 0
Urupá 10 0
Alvorada D’Oeste 5 0
Mirante da Serra 0 0
São Felipe D’Oeste 0 0
Vale do Paraíso 1 1
Cabixi 3 1
Governador Jorge Teixeira 0 0
Cacaulândia 2 0
Castanheiras 1 0
Novo Horizonte do Oeste 0 -1
Corumbiara 0 0
Parecis 0 0
Teixeirópolis 1 0
Ministro Andreazza 1 0
Primavera de Rondônia 0 0
Rondônia 704 6

Hoje (6) foram registrados seis óbitos por Covid-19 em Rondônia: três em Ariquemes, sendo dois homens (34 e 85 anos) e uma mulher de 76 anos de idade; um homem de 73 anos de Pimenteiras do Oeste; um homem de 87 anos do município de Vale do Paraíso e um homem de 93 anos do município de Cabixi.

  • Após investigação epidemiológica foi constatado o registro de um óbito a menos no município de Novo Horizonte, por ter sido identificada como outra causa de morte.

OBSERVAÇÕES

  1. Os dados diários podem sofrer alterações;
  2. Os casos e óbitos notificados/ocorridos após meio dia serão divulgados no boletim do dia seguinte.
  3. Os óbitos precisam ser investigados, ficando portanto, as informações, passíveis de alteração para mais ou para menos, bem como o provável local de infecção.

A Agevisa  reforça ainda que os dados são analisados diariamente pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), que acompanha também a investigação epidemiológica feitas pelas equipes de saúde nos municípios para checagem de dados.

Para informações sobre internados por unidades de saúde e municípios, assim como os demais detalhes, acesse o Painel Interativo da Covid-19 em Rondônia, através do endereço: covid19.sesau.ro.gov.br.

Fonte
Texto: Mineia Capistrano
Fotos: Daiane Mendonça
Secom – Governo de Rondônia

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CORONAVIRUSÉ possível pegar o novo coronavírus duas vezes?

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Alguns estudos indicam que a infecção por coronavírus não gera imunidade duradoura, enquanto outros falam o contrário

Dá para pegar covid-19 duas vezes? Entenda o que já se sabe sobre reinfecção
Foto: Reuters

Depois de quatro meses em isolamento social como forma de evitar a disseminação do novo coronavírus, muitas pessoas passaram a questionar quando a vida vai voltar ao normal. Porém, antes de se pensar em como voltar à rotina de antes da pandemia, é preciso descobrir como funciona a imunidade contra a covid-19 no organismo.

Afinal, uma pessoa que já foi infectada e se recuperou pode pegar a doença de novo? Existe o que ficou conhecido como “passaporte de imunidade”? A resposta, por enquanto, não é definitiva.

Os esforços de pesquisa para produção de uma vacina envolvem entender a resposta imunológica das pessoas que já foram infectadas pelo novo coronavírus, quais mecanismos de proteção foram ativados e, o mais importante, por quanto tempo esses mecanismos continuam protegendo o corpo de uma nova infecção. A comunidade científica, no entanto, ainda não chegou a um consenso. Há estudos que alegam haver indícios de que a imunidade contra o vírus tem duração baixa, de apenas alguns meses. Já outros mais recentes trazem evidências de que essa proteção pode durar anos.

Entenda abaixo toda a discussão e quais foram as principais descobertas e pesquisas publicadas sobre esse assunto.

Histórico dos coronavírus não indica imunidade duradoura

O principal problema para descobrir por quanto tempo uma pessoa que foi infectada pelo novo coronavírus fica imunizada é o fato de a doença ainda ser muito recente. Por isso, os testes e pesquisas sobre o assunto não podem ser considerados conclusivos, já que não houve tempo suficiente ainda para se determinar com exatidão esse período de proteção.

Alguns vírus, como o do sarampo, levam a uma imunização permanente. No entanto, ao analisar o histórico e a memória imunológica provocada pelos outros coronavírus conhecidos, como os respiratórios, geralmente a imunidade não dura muito tempo, como explicou o virologista Eurico Arruda, da Faculdade de Medicina da USP em Ribeirão Preto, em entrevista ao Estadão.

O que dizem as pesquisas sobre reinfecção por covid-19

Em meados de abril, a Coreia do Sul informou que alguns pacientes que já tinham se recuperado da covid-19 testaram positivo novamente para a doença. Na época, não ficou claro se os pacientes haviam se contaminado novamente ou se o vírus que já estava no corpo deles foi reativado após o tratamento.

 

Mais tarde naquele mesmo mês, a Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou a publicar um comunicado para reafirmar que não há comprovação científica de que pessoas curadas do novo coronavírus se tornam imunes. Estudos posteriores demonstraram que o corpo produz sim uma certa quantidade de anticorpos contra o agente infeccioso, o que é uma pista de que houve pelo menos algum desenvolvimento de imunidade. Outras pesquisas indicam, no entanto, que a produção de anticorpos pelo organismo pode ser diferente entre assintomáticos e pacientes com sintomas leves.

Já no final de junho, um novo surto da doença atingiu a China, mais especificamente as províncias de Jilin e Heilongjiang. No entanto, o surto se manifestou de forma diferente em relação às primeiras infecções em Wuhan, no início do ano, o que indicava que o vírus poderia ter sofrido uma mutação. Quanto maior a capacidade de mutação do novo vírus, maiores as chances de contrair a doença novamente, uma vez que os anticorpos neutralizantes, responsáveis por combater o agente invasor, não estão adaptados à sua nova versão.

Entretanto, no começo de julho, novos estudos indicaram a possibilidade de uma imunidade mais duradoura do que foi indicado antes. No dia 2, a revista Science divulgou uma pesquisa feita com macacos infectados com Sars-Cov-2 (vírus responsável pela covid-19) e que tinham sido curados. Ao serem expostos novamente ao coronavírus 28 dias depois, eles não desenvolveram sintomas, o que indica imunidade em curto prazo.

Poucos dias depois, em 6 de julho, uma nova pesquisa sueca, feita com 200 pessoas, indicou que mesmo quem não tinha anticorpos contra o novo coronavírus poderia ter alguma imunidade para a covid-19 graças a células T específicas. As células T, ou linfócitos T, fazem parte do sistema imunológico e atuam no combate a agentes infecciosos.

Outros cientistas identificaram que pessoas que foram contaminadas na epidemia de SARS (Síndrome Respiratória Aguda Grave) que atingiu a China entre 2002 e 2003 têm mais chances de se proteger na atual pandemia. Isso porque elas apresentam células T que identificam proteínas do novo coronavírus que são semelhantes às do vírus da epidemia anterior.

Nenhum dos estudos apresentados até agora, no entanto, foi conclusivo sobre quanto tempo demora até uma pessoa infectada pelo novo coronavírus poder contrair o vírus novamente.

Imunidade de rebanho é incerta

Há também várias pesquisas sobre a chamada imunidade de rebanho, ou imunidade coletiva, em que uma maioria de pessoas que já foi infectada acaba não contraindo a doença novamente e, portanto, protege quem ainda não tem uma defesa imunológica específica para esse vírus.

De início, alguns especialistas afirmavam que essa imunidade coletiva seria atingida quando 60% a 80% da população tivesse sido exposta ao Sars-Cov-2. Outro estudo mais recente sugere uma parcela muito menor, com cerca de 20% da população infectada e imunizada contra a covid-19.

No entanto, mesmo que a parcela de pessoas infectadas para a imunidade coletiva seja tão baixa assim, especialistas alertam que ainda há muitas lacunas no conhecimento sobre a doença, justamente por ser tudo muito recente e que não é possível ainda relaxar as medidas de proteção. Segundo eles, essa imunidade só seria atingida com segurança com a descoberta de uma vacina. (Estadão)

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