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Agronegócio

Chegou uma grande novidade no Atacarejo krause ração karino 8kl com preço imbatível

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Chegou uma grande novidade no Atacarejo krause ração karino 8kl sabores 

carne vermelha 28,90

 carne  assada 29,90

 

Óleo soya  R$: 4,49

Espaguete madre massa  R$: 2,99 500 gramas

 

 Mabel rosquinha 800g R$: 8,49

Extrato de tomate 140gramas R$: 1,20

 Carne moída R$: 12,99

 

 

 

Absorvente intimus tripla proteção R$: 3,99

 

Shampoo palmolive  várias fragrâncias R$:  8.99

 

 Papel higiênico lupy com 4 unidades R$: 2,90

 

Sabão em pó Omo 800 gramas R$: 8.49

 

 Lava louca azulin R$: 1.49

 

 Amaciante Downey lírio do campo R$: 7.99

 

 

Papel lupy 60mt  com 12 unidades R$: 11.75

E na feirinha

 

Banana maçã R$:  2.99 kg

 

Tomate R$: 3.99

 

Uva R$: 10.49 kg

 

Cebola R$: 6.75 kg

 

Batata Bing R$: 5.49 kg

 

 Pocan R$: 1.99kg

 

Alho R$: 34.90 kg

Todas as imagem aqui veiculadas são meramente ilustrativa e retirada da internet 

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Agronegócio

Gafanhotos aparecem na Grande Recife e preocupa população

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© Istock locust on the move

Gafanhotos estão deixando moradores da cidade de Paulista, na Grande Recife (PE), intrigados. De acordo com o apurado pelo G1, os insetos apareceram na última quinta-feira, 25. “Por volta de 11h40 a gente começou a perceber pelas paredes das casas, em canteiros e em algumas plantas. Eu moro aqui há cinco anos e nunca vi isso”, relata uma das entrevistas ao site.

 Fato semelhante também ocorre em Carpina, na Zona da Mata Norte (PE), os bichos invadiram um condomínio e destruíram todas as plantas.

A população local tem receio de que o fato tenha ligação com a nuvem de gafanhotos que apareceu na Argentina. Mas, a hipótese é descartada pelo pesquisador Marco Aurélio, do Departamento de Biologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), especialista em entomologia e combate a pragas.

Na reportagem ao G1, ele explica que: “Esse que está aparecendo aqui tem uma fase gregária, a fase jovem, quando ficam juntos, mas na fase adulta ficam isolados. Eles também não migram. Os da Argentina são gregários na fase adulta, ficam juntos e quando atingem plantações voam bastante, fazem migração e se alimentando de várias culturas”.

Fonte: Msn

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Agronegócio

Nuvem de gafanhotos é localizada na Argentina

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© Fornecido por RedeTV! Nuvem de gafanhotos é localizada na Argentina

Após anunciar que não sabia mais a localização exata da nuvem de gafanhotos. O Governo da Argentina anunciou na última sexta-feira (26) que conseguiu localizar os insetos.

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), o enxame está a 90 quilômetros de Curuzú, na província de Corrientes.

“Após dias de rastreio das equipes do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-alimentar (Senasa) da Argentina e da província de Corrientes, hoje se pode descobrir a localização da nuvem de gafanhotos, que se encontra a 90 km a oeste da cidade de Curuzú Cuatiá”, diz o comunicado.

Situação no Brasil

O enxame de gafanhotos se originou no Paraguai e agora está na Argentina, próximo a fronteira com o Brasil, mas não deve afetar o país. A chuva e a frente fria que atingiram o Rio Grande do Sul mudaram o rumo dos insetos e o governo acredita que eles devem seguir para o Uruguai.

A situação preocupa Ministério da Agricultura, a ministra Tereza Cristina declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A medida permite atuação de forma emergencial, com uso de produtos químicos e agrotóxicos para conter a praga. As autoridades estudam, por exemplo, o uso de 400 aviões para pulverizar o solo.

O governo argentino monitora a nuvem de gafanhotos desde maio, quando o movimento começou no Paraguai. Em um mapa, é possível observar que o enxame chegou a ficar bem próximo do Brasil, a 130 quilômetros da fronteira. 

Fonte. MSN

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Agronegócio

MPF pede que Azul e autoridades expliquem sobre retirada de todos os voos do interior, em RO

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O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício para várias entidades e à empresa Azul Linhas Aéreas para saber por que todos os voos foram retirados do interior de Rondônia.

No último dia 19 de junho, a Azul anunciou que a falta de estrutura em Ji-Paraná e Cacoal, além de violações na cerca de aeroporto de Vilhena, fizeram com a que a companhia retirasse todos os seus voos das cidades por medida de segurança.

No documento do MPF, a procuradoria pede que a Azul, o Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO), Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prestem esclarecimentos acerca das medidas que pretendem adotar para que os voos não sejam cancelados.

” O MPF solicita à Azul que esclareça e envie documentos sobre o problema de violação na cerca aeroportuária de Vilhena, que a levou a interromper as operações no aeroporto; que informe, ainda, sobre as tratativas realizadas com a administração do aeroporto, para discutir o problema e possíveis soluções encontradas, e quais medidas alternativas serão disponibilizadas pela companhia aérea para atender as pessoas que necessitam se deslocar dentro e fora do Cone Sul do estado”, diz a procuradoria.

Procurada pelo G1, a companhia Azul diz que prestará todos os esclarecimentos ao MPF, assim quando for notificada.

“A Azul lembra que não cabe à empresa, enquanto concessionária de transporte aéreo, fornecer informações acerca da infraestrutura dos aeroporto, mas sim às autoridades aeroportuárias, que detêm todos os detalhes sobre o patrimônio do aeródromo”, afirma a empresa por meio de nota.

A ANAC e o DER-RO foram procurados pela reportagem sobre a requisição feita pelo MPF. Em nota, a ANAC informou que ainda não foi oficiada e que irá se posicionar após recebimento e análise do ofício. O DER não retornou contato até a publicação.

Problemas nos aeroportos

Segundo a companhia, vários fatores foram determinantes para que os voos fossem retirados do interior do estado.

Em Ji-Paraná, por exemplo, é preciso fazer a desapropriação de um dos lados da pista do aeroporto para ser implementado o IFR, que permite o chamado voo por instrumento. Isso é fundamental para a aproximação de aeronaves no período noturno e em condições meteorológicas adversas

O problema no aeroporto de Cacoal também se refere ao IFR. Segundo a companhia aérea, o equipamento para pouso por instrumento foi instalado há vários meses, porém ainda não teve a documentação validada.

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