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Carne bovina do Brasil começa a chegar aos EUA

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

EUA vem registrando uma redução no na capacidade de produção de carne bovina. Brasil pode aproveitar a situação.

O Brasil avança nas exportações de carne bovina para os Estados Unidos enquanto a pandemia de coronavírus afeta a produção dos frigoríficos norte-americanos. No mês passado, 131 toneladas de carne desossada e congelada foram exportadas¹ pelo Brasil aos EUA, um volume mensal que não era registrado desde 2017

O volume ainda é pequeno e fica bem abaixo da média de 2 mil toneladas por mês exportadas em 2017, quando o mercado norte-americano, após duas décadas fechado, havia sido reaberto para os exportadores brasileiros.

A expectativa é que os números da exportação de carne bovina brasileira aos EUA continuem subindo nos próximos meses.

As medidas de segurança e a redução de funcionários impostas pelos governos dos Estados americanos para conter o coronavírus estão tornando as operações dos grandes frigoríficos locais ainda mais lentas.

Em algumas partes do país, os consumidores já encontram algumas prateleiras de carne vazias² nos supermercados.

Fonte: renovamidia.com.br

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Cientistas chineses identificam novo vírus da gripe em porcos e nova pandemia pode alastrar o mundo

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Vírus tem potencial de se espalhar com facilidade entre a população mundial

Pesquisadores chineses identificaram uma nova variante do vírus da gripe, com potencial para se espalhar com facilidade entre a população mundial, no organismo de porcos criados em diversas províncias do país asiático.

O vírus suíno detectado pelos cientistas tem algumas características preocupantes. De um lado, as atuais vacinas contra gripe não parecem conferir proteção significativa contra ele; de outro, apesar da origem em animais, ele não tem dificuldades para infectar células humanas. Alguns dos criadores de porcos da China, ao que tudo indica, já pegaram o vírus e se recuperaram, a julgar pela presença de anticorpos em seu sangue.

Dados sobre a nova cepa do vírus influenza, como também é conhecido o causador da gripe, acabam de ser publicados na revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA (PNAS), em pesquisa coordenada por George Gao, do Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças.

Gao e seus colegas integram um esforço de mapeamento epidemiológico dos vírus influenza em porcos que, entre 2011 e 2018, coletou quase 30 mil amostras de muco do focinho de porcos em dez províncias chinesas que abrigam grandes populações de suínos. Ironicamente, o trabalho foi encaminhado para publicação em dezembro de 2019, pouco antes que a crise de saúde pública causada pelo novo coronavírus ganhasse corpo na China.

Ficar de olho na evolução dos vírus de porcos é uma medida lógica porque o organismo desses mamíferos domésticos é considerado um “misturador” natural de diferentes cepas de gripe, como as que circulam em aves (tanto selvagens quanto domésticas) e em seres humanos.

Não é por acaso que a pandemia de influenza de 2009 ganhou o apelido de “gripe suína”, e sabe-se inclusive que, durante aquele episódio pandêmico, houve transmissão de mão dupla, com a gripe passando de humanos para porcos.

Diferentes formas do vírus da gripe frequentemente “embaralham” seu material genético dentro do organismo de seus hospedeiros, um processo que costuma dar origem a novas combinações, as quais podem pegar de surpresa as defesas de futuras vítimas. É o que parece ter acontecido com as novas variantes identificadas pelos pesquisadores chineses, apelidadas por eles de G4 (genótipo 4).

Assim como o vírus da gripe de 2009, os vírus G4 são classificados como H1N1 (sigla de duas moléculas importantes que compõem o vírus, responsáveis por sua entrada e saída das células infectadas). Mas eles sofreram tantas mutações que a vacina contra os vírus H1N1 já conhecidos não é capaz de neutralizá-los.

Além disso, outras moléculas do vírus vêm de misturas genéticas com duas outras cepas, uma similar à gripe de aves e outra que circulava na América do Norte. Trata-se, portanto, de uma junção de três formas anteriores do vírus influenza, numa combinação que não tinha sido vista até agora.

Experimentos feitos com células humanas e com furões (animais muito usados para estudar a evolução da gripe) mostraram que os vírus G4 infectam com facilidade esse tipo de célula e causam sintomas típicos de gripes relativamente graves. Uma análise de anticorpos no sangue dos que trabalham com criação de porcos nas mesmas províncias chineses, um grupo de mais de 300 pessoas, revelou que 10% delas parecia ter tido contato com a nova cepa.

Os especialistas defendem a intensificação do monitoramento e do controle entre suínos para evitar que o novo vírus, que tem potencial pandêmico, consiga se espalhar mais entre os seres humanos.

Via Folha – Por Reinaldo José Lopes

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ESPERANÇA: No mundo, há 153 drogas e vacinas contra Covid-19 em teste

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Mas, até o início de junho, havia 153 drogas e vacinas sendo testadas em 1.765 estudos com pacientes que contraíram covid-19. A maioria dos remédios, porém, ainda está em fase muito inicial dos estudos. Alguns dos trabalhos que mais avançaram foram com os antimaláricos cloroquina e a hidroxicloroquina, mas os resultados são pouco animadores. As drogas têm se mostrado pouco eficazes para tratar a doença.
“Diferentemente da cloroquina, a dexametasona é um medicamento com plausibilidade biológica para que seja adjuvante no tratamento da covid-19. Os resultados anunciados mostram diferença expressiva de mortalidade. No entanto, para que essa medicação seja realmente tão efetiva na vida real quanto foi no estudo científico, os cuidados intensivos oferecidos em nossas UTIs precisam ser de alta qualidade. O básico precisa ser bem feito para que a dexametasona possa realmente salvar um terço dos tratados”, afirma o médico e pesquisador Ricardo Schnekenberg, que tem acompanhado os estudos clínicos contra a doença.
Outra droga que chama atenção é o antiviral remdesivir, usado originalmente contra o ebola. Estudo preliminar publicado em 22 de maio no New England Journal mostrou que o tempo de recuperação em pacientes hospitalizados por coronavírus foi menor (11 dias) para aqueles que tomaram o medicamento em comparação com os pacientes que receberam placebo (15 dias). A mortalidade foi menor, mas não significativamente.
Também se destaca o tocilizumabe, que impede a chamada tempestade inflamatória, mas o estudo feito com o remédio até agora teve poucos pacientes. O Brasil também está testando o medicamento.
fonte. CORREIO BRAZILIENSE
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MEDO: Pequim fecha escolas e universidades após novo surto

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NOTÍCIAS AO MINUTO – A cidade de Pequim vai voltar a encerrar todas as suas escolas e universidades, anunciaram hoje as autoridades locais, após um aumento dos casos do novo coronavírus na capital chinesa. A vice-secretária-geral do governo municipal de Pequim, Chin Bei, disse numa coletiva de imprensa que a cidade passa agora do terceiro para o segundo nível de emergência, no qual as comunidades de vizinhos vão comprovar a identidade e o estado de saúde dos residentes, assim como medir a temperatura.
Além da suspensão de todas as aulas presenciais, os residentes são aconselhados ao teletrabalho e as comunidades em áreas de risco “alto” – com casos confirmados ou que tiveram contato com o mercado onde surgiu o surto – ficam seladas.
As autoridades pediram também aos habitantes da capital que não saiam da cidade.
Pequim diagnosticou mais de 100 casos da covid-19 desde sexta-feira, após a detecção de um surto no principal mercado abastecedor da capital, fazendo temer uma nova onda de contaminação quando parecia que o país já tinha conseguido conter o vírus.
Um porta-voz da capital chinesa, Xu Hejian, admitiu hoje que a situação epidêmica em Pequim é “extremamente grave” e que a cidade está numa “corrida contra o tempo”.
Com 21 milhões de habitantes, a cidade aumentou, entretanto, a sua capacidade de triagem diária para mais de 90.000 pessoas.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse na segunda-feira que acompanha “muito de perto” a situação em Pequim, adiantando estar considerando enviar especialistas para Pequim nos próximos dias.
O coronavírus que causa a covid-19 apareceu no final de 2019 no centro da China, em Wuhan, antes de se espalhar por todo o planeta.
A pandemia já provocou mais de 436 mil mortos e infectou mais de oito milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência France Presse.
Fonte. NOTÍCIAS AO MINUTO
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