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Menina de 2 anos é morta pela pela própria mãe porque “se estressou com o choro”

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

Uma mulher de 30 anos foi presa após confessar ter matado a própria filha de 2 anos asfixiada no Vale do Jequitinhonha, no nordeste de Minas Gerais. Segundo a Polícia Militar do estado, em um primeiro momento a mãe da menina chegou a dizer que a criança teria se engasgado com uma mamadeira.

Segundo reportagem do jornal mineiro O Tempo, os militares que atenderam o caso desconfiaram da primeira versão apresentada pela mãe quando encontraram na lixeira da cozinha mechas de cabelo da criança presas em fita adesiva.

Aos policiais, ela contou que se estressou com o choro da filha e para contê-la usou a fita adesiva amarrando os braços da criança, depois contou que deu remédio para dormir e usou uma meia para tampar a boca da menina no intuito de abafar o choro.

Após isso, segundo relatos da mulher, ela saiu para comprar mais fitas e quando retornou encontrou a criança morta. A autora conta que tentou reanimar a menina e a colocou no chuveiro, fez nebulização e massagem cardíaca, mas não teve sucesso.

Na residência, estava também a outra filha da mulher, de 1 ano, que foi encaminhada para Conselho Tutelar. Na delegacia, a autora revelou à assistente social que pretendia inicialmente matar também a outra filha e depois se suicidar.

Ela afirmou que sofre pressão psicológica do marido e faz tratamento. O pai das crianças, que é casado com a autora, não estava em casa no momento do crime.

A mulher foi encaminhada para uma unidade do sistema prisional. O corpo da menina passou por necrópsia no Instituto Médico-Legal (IML) e já foi liberado para a família.

Fonte: Metropolis

foto internet

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Mundo

MAIS UM: Novo vírus com potencial pandêmico é detectado no Brasil, alerta a OMS

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Foto: Divulgação

EXTRA – A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou em seu site a detecção, pela Fiocruz, de um caso humano no Brasil de infecção respiratória causada por uma nova variante do vírus influenza A H1N2. Essa gripe é transmitida de porcos para seres humanos e está entre aquelas consideradas com potencial pandêmico pela instituição internacional.
O caso é de uma mulher do Paraná, de 22 anos, que já se recuperou. Porém, todos os casos de influenza A (H1N2)v são reportados à OMS porque esse é um dos vírus respiratórios monitorados pela organização devido ao potencial de causar uma pandemia, caso sofra alguma mutação e passe a ser transmitido por meio de contato pessoal — ainda não há evidências nesse sentido.
São conhecidos no mundo 26 casos de influenza A (H1N2)v, reportados desde 2005, dois deles no Brasil, e o mais recente é este divulgado na última sexta-feira (10). Todas as infecções foram causadas pelo contato com porcos, e a maioria foi de doença branda. A mulher que adoeceu no Paraná trabalhava num matadouro de porcos.
Professor de virologia da USP em Ribeirão Preto, Eurico Arruda explica que esse é mais um caso de vírus pulando diretamente de animais para o ser humano — como aconteceu com o Sars-Cov-2, que causa a Covid-19 — e defende o monitoramento desses patógenos:
— Não há evidência de contágio interpessoal nesse caso. Mas os vírus mudam, como o Sars-CoV-2 nos mostrou, e precisamos estar vigilantes e nos antecipar.
O Brasil enviou um relatório preliminar sobre o caso à Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da OMS nas Américas, no dia 22 de junho. O documento informa que a paciente do Paraná não tinha qualquer doença prévia. Em 12 de abril, ela apresentou sintomas de gripe. No dia 14, procurou atendimento médico. Dois dias depois, foram coletadas amostras de secreção respiratória, como parte de um monitoramento de rotina. Segundo a OMS, a mulher foi tratada com antiviral, não precisou ser hospitalizada e se recuperou totalmente.
Inicialmente, um laboratório público do Paraná identificou um vírus influenza A indeterminado. As amostras foram enviadas para a Fiocruz. Em 22 de junho, o sequenciamento genético do vírus revelou que se tratava do influenza A(H1N2)v. O estudo continua em andamento, para a caracterização do vírus. Além disso, autoridades de saúde do Paraná começaram uma investigação em Ibiporã e cidades vizinhas. Um segundo funcionário do mesmo matadouro teve sintomas respiratórios na mesma época em que a mulher, mas nenhuma amostra foi coletada dele na ocasião.
Segundo a OMS, a análise do vírus e a investigação no Paraná, tanto da fonte de contaminação quanto de outros possíveis casos humanos, poderão “informar sobre o risco de transmissão de uma pessoa para outra”. A orientação para evitar a nova variante da gripe é a mesma para o coronavírus: cuidados com higiene e etiqueta respiratória.
Fonte. extra
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Internacional: Caso de peste bubônica faz China elevar estado de alerta no norte do país

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Autoridades registraram um caso no sábado de camponês que teria contraído a doença; muitos casos surgem após consumo de carne de marmota

Uma amostra de peste bubônica em tecido removido do gânglio de um paciente Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Autoridades na China aumentaram medidas de segurança sanitária depois que uma cidade na Mongólia Interior (região autônoma da China) confirmou um caso de peste bubônica.

De acordo com relatos de autoridades estatais, o paciente, na cidade de Bayannur, um camponês, está em quarentena e em condição estável.

Autoridades decretaram nível três de alerta — que proíbe a caça e consumo de animais que poderiam estar com a praga e pede que as pessoas reportem casos suspeitos às autoridades.

A peste bubônica, uma das doenças mais temidas no passado, causada por uma infecção bacterial, ainda é letal, mas hoje é tratada com antibióticos comuns.

O novo caso foi reportado no sábado. Ainda não está claro como o paciente poderia ter se infectado.

Fatal, mas tratável

Casos de peste bubônica ocorrem de tempos em tempos pelo mundo.

 Em Madagascar, houve um surto com 300 casos em 2017.

Em maio do ano passado, duas pessoas na Mongólia morreram da peste, que foi contraída após a ingestão de carne crua de marmota.

Uma autoridade da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Ulan Bator, capital da Mongólia, disse à BBC que a carne crua de marmota e os rins do animal são usados como remédio popular no país.

A marmota é portadora da bactéria da praga e está associada aos casos da praga no país. A caça da marmota é ilegal.

A peste bubônica é caracterizada por inchaço dos gânglios linfáticos. É difícil de se identificar a doença com muita antecedência porque os sintomas — geralmente parecidos com a gripe — costumam aparecer entre três e sete dias depois da infecção.

Mas é improvável que a peste bubônica — que foi chamada de peste negra — leve a uma nova epidemia.

“Ao contrário do século 14, nós agora temos uma compreensão de como essa doença é transmitida”, disse Shanti Kappagoda, médico da clínica Stanford Health Care, ao site Healthline.

“Nós sabemos como prevenir. Também sabemos como tratar pacientes que são infectados com antibióticos eficientes.”

No século 14, a peste negra matou cerca de 50 milhões de pessoas na África, Ásia e Europa.

O último grande surto em Londres ocorreu em 1665, dizimando cerca de um quinto da população da cidade. No século 19 houve outro surto na China e na Índia que matou mais de 12 milhões de pessoas. 

Fonte: BBC NEWS BRASIL

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