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Bezerro nasce com duas cabeças em propriedade rural no interior de Rondônia

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Aos Leitores, ler com atenção:
Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove ao contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

O animal foi encontrado sem vida

Bezerro nasce com duas cabeças em propriedade rural no interior de Rondônia

Um bezerro com duas cabeças foi encontrado sem vida em uma propriedade rural localizada na Linha 02 Km 01, setor do Porto Murtinho, em São Francisco do Guaporé, no interior de Rondônia.

O fato inusitado ocorreu por volta das 10h da manhã da última quinta-feira (12), quando o animal foi encontrado por um jovem por nome Fabrício.
  
Fabrício, neto do proprietário da fazenda disse que foi curar uns animais e viu o bezerro já sem vida, mas não souber informar sobre o nascimento do animal.

Fonte:Rota Comando

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Agronegócio

Gafanhotos aparecem na Grande Recife e preocupa população

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© Istock locust on the move

Gafanhotos estão deixando moradores da cidade de Paulista, na Grande Recife (PE), intrigados. De acordo com o apurado pelo G1, os insetos apareceram na última quinta-feira, 25. “Por volta de 11h40 a gente começou a perceber pelas paredes das casas, em canteiros e em algumas plantas. Eu moro aqui há cinco anos e nunca vi isso”, relata uma das entrevistas ao site.

 Fato semelhante também ocorre em Carpina, na Zona da Mata Norte (PE), os bichos invadiram um condomínio e destruíram todas as plantas.

A população local tem receio de que o fato tenha ligação com a nuvem de gafanhotos que apareceu na Argentina. Mas, a hipótese é descartada pelo pesquisador Marco Aurélio, do Departamento de Biologia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), especialista em entomologia e combate a pragas.

Na reportagem ao G1, ele explica que: “Esse que está aparecendo aqui tem uma fase gregária, a fase jovem, quando ficam juntos, mas na fase adulta ficam isolados. Eles também não migram. Os da Argentina são gregários na fase adulta, ficam juntos e quando atingem plantações voam bastante, fazem migração e se alimentando de várias culturas”.

Fonte: Msn

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Agronegócio

Nuvem de gafanhotos é localizada na Argentina

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© Fornecido por RedeTV! Nuvem de gafanhotos é localizada na Argentina

Após anunciar que não sabia mais a localização exata da nuvem de gafanhotos. O Governo da Argentina anunciou na última sexta-feira (26) que conseguiu localizar os insetos.

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agroalimentar (Senasa), o enxame está a 90 quilômetros de Curuzú, na província de Corrientes.

“Após dias de rastreio das equipes do Serviço Nacional de Saúde e Qualidade Agro-alimentar (Senasa) da Argentina e da província de Corrientes, hoje se pode descobrir a localização da nuvem de gafanhotos, que se encontra a 90 km a oeste da cidade de Curuzú Cuatiá”, diz o comunicado.

Situação no Brasil

O enxame de gafanhotos se originou no Paraguai e agora está na Argentina, próximo a fronteira com o Brasil, mas não deve afetar o país. A chuva e a frente fria que atingiram o Rio Grande do Sul mudaram o rumo dos insetos e o governo acredita que eles devem seguir para o Uruguai.

A situação preocupa Ministério da Agricultura, a ministra Tereza Cristina declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. A medida permite atuação de forma emergencial, com uso de produtos químicos e agrotóxicos para conter a praga. As autoridades estudam, por exemplo, o uso de 400 aviões para pulverizar o solo.

O governo argentino monitora a nuvem de gafanhotos desde maio, quando o movimento começou no Paraguai. Em um mapa, é possível observar que o enxame chegou a ficar bem próximo do Brasil, a 130 quilômetros da fronteira. 

Fonte. MSN

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Agronegócio

MPF pede que Azul e autoridades expliquem sobre retirada de todos os voos do interior, em RO

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O Ministério Público Federal (MPF) enviou ofício para várias entidades e à empresa Azul Linhas Aéreas para saber por que todos os voos foram retirados do interior de Rondônia.

No último dia 19 de junho, a Azul anunciou que a falta de estrutura em Ji-Paraná e Cacoal, além de violações na cerca de aeroporto de Vilhena, fizeram com a que a companhia retirasse todos os seus voos das cidades por medida de segurança.

No documento do MPF, a procuradoria pede que a Azul, o Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura e Serviços Públicos (DER-RO), Secretaria de Aviação Civil (SAC) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) prestem esclarecimentos acerca das medidas que pretendem adotar para que os voos não sejam cancelados.

” O MPF solicita à Azul que esclareça e envie documentos sobre o problema de violação na cerca aeroportuária de Vilhena, que a levou a interromper as operações no aeroporto; que informe, ainda, sobre as tratativas realizadas com a administração do aeroporto, para discutir o problema e possíveis soluções encontradas, e quais medidas alternativas serão disponibilizadas pela companhia aérea para atender as pessoas que necessitam se deslocar dentro e fora do Cone Sul do estado”, diz a procuradoria.

Procurada pelo G1, a companhia Azul diz que prestará todos os esclarecimentos ao MPF, assim quando for notificada.

“A Azul lembra que não cabe à empresa, enquanto concessionária de transporte aéreo, fornecer informações acerca da infraestrutura dos aeroporto, mas sim às autoridades aeroportuárias, que detêm todos os detalhes sobre o patrimônio do aeródromo”, afirma a empresa por meio de nota.

A ANAC e o DER-RO foram procurados pela reportagem sobre a requisição feita pelo MPF. Em nota, a ANAC informou que ainda não foi oficiada e que irá se posicionar após recebimento e análise do ofício. O DER não retornou contato até a publicação.

Problemas nos aeroportos

Segundo a companhia, vários fatores foram determinantes para que os voos fossem retirados do interior do estado.

Em Ji-Paraná, por exemplo, é preciso fazer a desapropriação de um dos lados da pista do aeroporto para ser implementado o IFR, que permite o chamado voo por instrumento. Isso é fundamental para a aproximação de aeronaves no período noturno e em condições meteorológicas adversas

O problema no aeroporto de Cacoal também se refere ao IFR. Segundo a companhia aérea, o equipamento para pouso por instrumento foi instalado há vários meses, porém ainda não teve a documentação validada.

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