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TERROR – Comunidade paga imposto para facção no Cidade do Povo

Um fato é inegavel se afirmar após o surgimento das facções criminosas no estado do Acre, criminosos que até pouco tempo atrás agiam de forma desorganizada e facilmente controlada pelas autoridades, passaram a ser organizar em grupos, se tornado mais violentos e perigosos. 

Com uma militância fervorosa crescendo dentro dos presídios, as facções Bonde dos 13, Comando Vermelho e PCC, são as três organizações que vem comandando atos de terrorismos no estado.
Porém, a ação de facções criminosas não se resumem apenas a ações bárbaras ou tráfico de drogas, assim como mafiosos, essas facções entram nas comunidades e controlam a vida social e comercial desses ambientes através de uma política de medo pela violência. 
Em Rio Branco, capital do Acre, um desses casos está sendo apontado no condomínio popular Cidade do Povo, onde moradores veem registrando constantes relatos de expulsões e cobranças de taxas por parte de integrantes de facções criminosas. 
De acordo com uma comerciante, que não se identificou por medo, as facções chegam a cobrar R$ 150 reais por mês para que pequenos comércios funcionem na região, em troca, eles garantiriam a “segurança” na área.
A lei do silêncio impera no local, moradores já foram expulsos de suas residencias após ordens de lideres do crime organizados, execuções vem se tornando comum e ninguém sabe de nada. 
Considerado o maior projeto habitacional do estado do Acre, o Cidade do Povo é um programa que já concedeu mais de três mil residencias populares á pessoas que viviam em área de risco e situação de extrema pobreza, na prática deveria ser um novo ponto de crescimento urbano da capital, na prática, se tornou uma região extremamente violenta, onde o crime organizado se apropriou.
Segundo moradores, muitos dos beneficiados que em tese receberam as residencias, já venderam ou repassaram o imóvel, em sua grande maioria para a prática de atividades criminosas, os moradores remanescentes são obrigados a conviver em clima de guerra.
Uma grande operação policial e de órgãos públicos responsáveis pelo cadastro dos beneficiados deve ser promovida no local para que o condomínio tenha seu devido uso destinado à quem realmente precisa e os moradores do Cidade do Povo tenham o direito de possuir o minimo de qualidade de vida para desempenharem suas funções diárias.

Fonte: Acreaovivo.com

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